Os Abençoados

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Lição 4 - O Modelo Divino de Comunicação



28 de Julho de 2013


Texto Áureo

“E o Verbo se fez carne e ha­bitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”. Jo 1.14

Verdade Aplicada

O ser humano foi criado à ima­gem e semelhança de Deus para receber a revelação divina e para viver uma comunhão de amor com Ele e com os seme­lhantes.

Objetivos da Lição

      Mostrar que a encarnação do Verbo é único modelo confiável de comunicação;
      Ensinar que, ao se fazer ho­mem, Deus se tornou imitável por todos os seguidores de Cristo;
      Produzir desejo ardente e profundo de imitar a Cristo nas relações familiares.

Textos de Referência

Jo 1.1        No princípio, era o Ver­bo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Jo 1.2        Ele estava no princípio com Deus.
Jo 1.3        Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
Jo 1.4        Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens;
Jo 1.5        e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a com­preenderam.
Jo 1.14      E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de gra­ça e de verdade.




terça-feira, 23 de julho de 2013

O que é o pecado?


Me deste trabalho com os teus pecados, e me cansaste com as tuas iniqüidades. Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro.(Isaías 43:24-25).



“Pecado” é um conceito moral. Não é uma questão de simplesmente transgredir regras, como nas dietas, ou qualquer coisa do tipo. “Pecado” designa cada forma de erro moral.

Podemos pecar contra Deus e contra nossos semelhantes. Portanto, é difícil entender porque essa palavra caiu em tamanho descrédito a ponto da maioria considerá-la obsoleta, tendo-a banido de seu vocabulário. Até mesmo as pessoas que dizem não crer em Deus geralmente reconhecem que têm certas obrigações para com os demais e que o pecado é uma violação destas. Então por que tanta aversão a essa palavra?

A razão está no fato de que, quando falhamos ao reconhecer a autoridade de Deus, instantaneamente perdemos nossa integridade em relação aos outros seres humanos. No que se refere às leis, vivemos de acordo com o lema: “Tudo é permitido desde que você não seja descoberto”. Essa é a estrada para o declínio. Um padrão moral verdadeiro tem de se originar fora da sociedade humana, ou seja, tem de vir de Deus. Ele é a autoridade que decide o que é pecado, mas que também o perdoa, quando existe uma vontade genuína no pecador de ser perdoado. Sem tal disposição, nossos pecados continuarão cansando o Senhor, que não vai ignorá-los, nem deixar que passem impunes. O mesmo Deus que oferece o perdão é o que declara àqueles que pensam que pecado é algo ultrapassado, um mero conceito religioso: “Assim eu também te enfraquecerei, ferindo-te e assolando-te por causa dos teus pecados” (Miquéias 6:13).

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sábado, 20 de julho de 2013

Devocional - Lucas 2:39-52


Esta é uma passagem de particular importância; é a única que Deus tem julgado conveniente para que conheçamos algo sobre a infância e a juventude do Senhor Jesus. Desse modo temos aqui, especialmente para crianças e jovens, um Modelo mui excelente. Ele é perfeito em Suas relações com Seu Pai celestial, a cujos "negócios" é dada prioridade sobre tudo mais. Perfeito também em Seu contato com os doutores no templo, infinitamente mais sábio que todos eles. Ele não lhes ensina, mas lhes ouve e lhes faz perguntas; a única atitude conveniente à Sua idade. Perfeito também em Suas relações com Seus pais; e para que não venhamos imaginar que Ele havia escapado por insubordinação, temos no versículo 51 o esclarecimento: "era-lhes submisso". Aquele que era consciente de Sua soberania como Filho de Deus, já desde a mais tenra idade sujeitou-se à mais absoluta obediência na casa de Seus pais.

Gostaríamos, finalmente, de enfatizar o zelo do menino Jesus no templo e o Seu precoce interesse pelas verdades divinas. Na famosa cidade de Jerusalém, que provavelmente visitava pela primeira vez, era esse o Seu foco de atenção - nada mais. Que importância damos nós à presença do Senhor e aos Seus ensinamentos?


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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Lição 03 - A importância do Planejamento Familiar Responsavel

Lição 03


21 de Julho de 2013

A importância do planejamento familiar responsável

Texto Áureo

“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?” Lc 14.28

Verdade Aplicada

Avaliações constantes, minucio­sas e honestas de todas as nossas ações, atitudes e providências tomadas para edificar as bases do lar, são necessárias à tranquilidade, à paz, à segurança e ao sucesso da nossa família.

Objetivos da Lição

      Mostrar a importância do pla­nejamento familiar;
      Consolidar nos crentes a cer­teza de que com planejamento adequado, mesmo nos dias atu­ais, podemos edificar ou reedificar bases sólidas para nossas famílias;
      Ensinar que o planejamento familiar inclui o preparo dos pais para forjar nos filhos o caráter de Cristo, de modo a que rejei­tem o mal, agindo com justiça e retidão.

Textos de Referência

Lc 14.28    Pois qual de vós, que­rendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as con­tas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
Lc 14.29    Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele,
Lc 14.30    dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
Lc 14.31    Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra ou­tro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil?





domingo, 14 de julho de 2013

ALGO PRA NÃO SE ESQUECER


Esta é a lei da expiação do pecado; no lugar onde se degola o holocausto se degolará a expiação do pecado perante o SENHOR; coisa santíssima é, (Levítico 6:25).



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Em nenhuma das outras ofertas a santidade pessoal de Cristo é apresentada mais distinta edequadamente que na oferta da expiação do pecado. “Coisa santíssima é.” “Tudo o que tocar a carne da oferta será santo… Todo o homem entre os sacerdotes a comerá; coisa santíssima é” (vv. 27 e 29).

A respeito da oferta de alimentos se lê: “Coisa santíssima é, como a expiação do pecado e como a expiação da culpa” (v. 17). Isso é significativo. No caso do holocausto, o Espírito Santo não precisou enfatizar a santidade pessoal de Cristo tão meticulosamente. Porém, para não permitir que esqueçamos da santidade do Senhor quando consideramos o lugar que Ele tomou na oferta pelo pecado, somos relembrados disso vez após vez.


Encontramos a mesma frase na lei da expiação da culpa (cap. 7:1-6). O Senhor Jesus nunca apareceu em tamanha perfeição de caráter como o “Santo de Deus” do que no momento em que foi feito pecado por nós no madeiro maldito. Toda a profanação e repugnância com as quais Ele se identificou na cruz apenas serviram para trazer à luz que Ele de fato era “Santíssimo”.

Embora os pecados de Seus redimidos estivessem sobre Ele na cruz, o Senhor mesmo não tinha pecado. Embora enfrentasse a ira de Deus, Ele era o Amado do Pai; embora a luz da face divina tivesse se afastado dEle na cruz, Ele enchia o coração do Pai. Como é insondável esse mistério! Quem pode perscrutar sua profundidade? Quanta adoração devemos ao Senhor por todos aqueles sofrimentos que passou por nós nas três horas de trevas! Meditar sobre isso quebra toda a dureza e frieza de nosso coração.


sábado, 6 de julho de 2013

Meditação sobre o Livro de 2 Samuel


Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de Deus. (2 Samuel 23:3).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 2 SAMUEL (Leia 2 Samuel 23:1-12)

A vida de Davi está perto do fim. Suas últimas e inspiradas palavras foram registradas para nosso proveito. O “suave em salmos de Israel” relembra o passado: ele sabe que não conduziu sua casa da maneira como devia, mas descansa inteiramente na graça de Deus. A graça divina preparou para Israel e para o mundo um futuro glorioso, sob o governo de Cristo, o Rei da justiça e da paz. Ele será a luz da manhã que brilha intensamente depois de uma noite escura, dissipando as trevas que agora reinam no mundo. Debaixo de Seu domínio, os homens irão temer e servir a Deus, produzindo frutos como os que crescem na terra fértil e irrigada.

Sem esperar pelo fim de nossa vida, é necessário que de tempos em tempos estabeleçamos marcos, como um navegador em um navio. O passado é a nossa triste história, mas é também a tocante história da graça de Deus para conosco. O presente é marcado por duas principais tarefas: simplesmente obedecer ao Senhor e nEle confiar. Quanto ao futuro, para os crentes está reservada a glória. Cristo compartilhará Sua glória com eles, conforme disse ao Seu Pai (João 17:22).

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Um Detalhe


Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação. (2 Coríntios 6:2).

Um corretor de seguros nos contou a seguinte experiência.

Ele tinha um vizinho rico que planejava construir uma grande casa com todos os itens de conforto possíveis. Com o objetivo de oferecer segurança para sua esposa, ele decidiu contratar uma apólice de seguro. Os formulários foram preenchidos e estavam prontos. O corretor telefonou para ele avisando que a assinatura era tudo o que faltava. Porém, o cliente adiou. Como eram vizinhos, sempre se encontravam; e sempre ele o lembrava disso. Mas, após alguns meses, o homem ainda não havia assinado, porque achou o valor muito alto.

Em um desses encontros, o corretor sugeriu: “A melhor coisa seria você assinar três dias antes de um desastre acontecer”. O vizinho riu e se despediu.

Na manhã seguinte, seu avião particular caiu e ele morreu. Poucos dias depois, a viúva requereu o seguro, mas não pôde receber por causa de um detalhe: o contrato não fora assinado!

Esse trágico incidente é uma advertência contra o adiamento, especialmente no tocante à eternidade. Temos de colocar as coisas em ordem com Deus durante nossa vida. “Aqui agora o dia da salvação.” Adiar tal decisão é estupidez.

Deus não requer nenhum prêmio de seguro, nem valor a ser pago pela salvação, por que virar as costas para Ele? Jesus Cristo pagou o preço por meio de Sua morte na cruz. Assim como você não sabe quando precisará lançar mão de um seguro, você também não sabe quando passará para o outro lado da eternidade. O momento de assinar seu seguro é “aqui agora”.

Todo dia em Paz

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Lucas 2:21-38


Cumpriu-se, quanto ao menino, tudo o que ordenava a lei do Senhor. Este nome do Senhor é repetido quatro vezes nos versículos 22-24, como para confirmar os direitos divinos sobre este menino e o cumprimento da vontade de Deus já desde a tenra infância. O sacrifício oferecido no templo destaca a pobreza de José e Maria (leia Levítico 12:8). E, uma vez mais, não é aos príncipes do povo que o Libertador de Israel é apresentado, mas sim a anciãos humildes e piedosos: Simeão e Ana. Por que este privilégio é concedido a eles? Porque estavam esperando por Ele!

O Espírito conduz Simeão ao templo e lhe revela Aquele que é "a consolação de Israel" (v. 25), a salvação de Deus, a luz das nações e a glória do povo. Ele vê com seus próprios olhos e segura nos braços este menino, que significa tudo para sua fé. Ele louva a Deus e depois anuncia que o Senhor Jesus será a pedra de tropeço para manifestar o estado dos corações dos homens (Isaías 8:14). Hoje ainda Ele continua sendo isto.

Então chega Ana, mulher de oração e fiel testemunha. Vem e se une ao louvor; ao não deixar o templo, ela experimenta Salmo 84:4. Finalmente, na abundância de seu coração, fala a respeito dEle. Que grande exemplo para nós!

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