Os Abençoados

terça-feira, 30 de abril de 2013

Marcos 14:32-54



Aquele que assumiu a forma de servo vai agora mostrar até onde irá a Sua obediência. E esta será até à morte... e morte de cruz! Satanás tenta tudo para fazer com que o Senhor Jesus se desvie do caminho de Sua perfeição. Nesta luta decisiva, a arma de Satanás é oprimir o coração do Senhor, que está ciente da dimensão do horror do cálice da ira de Deus contra o pecado. A arma do Senhor Jesus é a Sua dependência. Um termo que é usado uma única vez pelo Senhor e que se encontra aqui em Marcos expressa a mais profunda intimidade de um momento como esse: "Aba, Pai", disse Ele, na consciência de que esta perfeita comunhão com Deus terá de ser interrompida no momento em que estiver levando o pecado sobre Si, isto é, quando beber o cálice da ira de Deus. Mas é precisamente esse Seu amor sem reservas pelo Pai que O motiva a uma obediência sem reservas: "Não seja o que eu quero, e, sim, o que tu queres" (v. 36).

Ante tal conflito, quão imperdoável é o sono dos discípulos! Pouco tempo antes seu Mestre lhes havia exortado a vigiar e a orar (13:33). Ele lhes pede encarecidamente por três vezes... porém em vão! Mas Ele está preparado. O traidor está chegando acompanhado daqueles que vinham prendê-LO. Pois bem, agora todos O abandonam e fogem (v. 50), inclusive, finalmente, esse jovem coberto com um lençol, o qual representa a profissão cristã que não resiste à prova.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Devocional - Marcos 14:17-31 - "A Instituição da Santa Ceia"


Marcos 14:17-31

E, chegada a tarde, foi com os doze.
E, quando estavam assentados a comer, disse Jesus: Em verdade vos digo que um de vós, que comigo come, há de trair-me.
E eles começaram a entristecer-se e a dizer-lhe um após outro: Sou eu? E outro disse: Sou eu?
Mas ele, respondendo, disse-lhes: É um dos doze, que põe comigo a mão no prato.
Na verdade o Filho do homem vai, como dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para o tal homem não haver nascido.
E, comendo eles, tomou Jesus pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho; e todos beberam dele.
E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que por muitos é derramado.
Em verdade vos digo que não beberei mais do fruto da vide, até àquele dia em que o beber, novo, no reino de Deus.
E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.
E disse-lhes Jesus: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas se dispersarão.
Mas, depois que eu houver ressuscitado, irei adiante de vós para a Galiléia.
E disse-lhe Pedro: Ainda que todos se escandalizem, nunca, porém, eu.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás.
Mas ele disse com mais veemência: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei. E da mesma maneira diziam todos 


É chegado o momento da última ceia. Nessa íntima ocasião de despedida, na qual o Senhor Jesus estava desejoso de falar francamente a Seus discípulos, algo angustiava Seu espírito (João 13:21). Não era a cruz que se aproximava, mas a indizível tristeza de saber que ali, entre os doze, havia um homem que decidira sua própria ruína. "Um dentre vós... me trairá." Por sua vez, os discípulos se entristecem e interrogam uns aos outros. Eles não têm aqui a mesma confiança em si mesmos que aparece nos versículos 29 e 31, quando de suas solenes afirmações de devoção, particularmente por parte de Pedro.

Após a saída do traidor (João 13:30), o Senhor institui a santa ceia como memorial. Ele abençoa, parte e distribui o pão aos Seus; a seguir, toma o cálice e, tendo dado graças, dá-lhes também a beber dele. Então lhes explica o significado desses símbolos que são simples e mesmo assim solenes, representando os grandes feitos dos quais trariam contínua recordação: Seu corpo entregue e Seu sangue derramado, os sólidos fundamentos de nossa fé. Leitor amigo, você não teria gostado de estar no cenáculo em volta do seu Salvador? Então, por que não se unir àqueles que, a cada primeiro dia da semana, fazem a vontade do Senhor celebrando a Sua ceia, enquanto esperam a Sua volta?

Após a ceia, o Senhor vai com os Seus onze discípulos para o Monte das Oliveiras

Todo dia com Jesus

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Devocional = Marcos 14:1-16


À medida que a morte do Senhor vem se aproximando, tornam-se cada vez mais manifestos os sentimentos que há em cada coração. Há Ódio por parte das autoridades do povo que conspiram em Jerusalém. Há afeto na casa de Simão, o leproso, em Betânia, onde uma mulher, cujo nome não é revelado aqui, pratica uma "boa ação" para com Ele, o fruto de um amor concebido pela compreensão do que fazia. Esta é uma maravilhosa ilustração da adoração prestada pelos filhos de Deus! Eles reconhecem no Salvador desprezado pelo mundo Aquele que é digno de toda homenagem; expressam-Lhe pelo Espírito Santo e num sentimento de sua própria indignidade, esta adoração que é um perfume de inestimável valor para o Seu coração. Mas tais adoradores certamente estão expostos a críticas, até mesmo por parte de certos crentes que colocam as boas ações ou o serviço a favor das almas à frente de qualquer outra atividade cristã. Sem negligenciar essas coisas, não esqueçamos que o louvor é a mais importante das nossas obrigações para com o Senhor. Demo-nos por satisfeitos com a Sua aprovação ao exercermos com um espírito quebrantado (do qual o alabastro é um símbolo) o cumprimento desse santo serviço de adoração, o único que é exclusivo para Ele e para toda eternidade.

Os versículos 10 a 16 nos mostram as providências que os discípulos tomam para preparar a páscoa... e as de Judas para trair o seu Mestre.

Todo dia com Jesus

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terça-feira, 23 de abril de 2013

Marcos 13:14-37


A Igreja não terá de passar pelas terríveis tribulações que o remanescente judeu irá experimentar (Apocalipse 3:10). Ao repousar sobre esta certeza, devemos, todavia, temer cair no sono espiritual, o qual é, realmente, um perigo enquanto vivemos na longa noite moral e de provas deste mundo. Pensemos no iminente retorno do Senhor e apropriemo-nos das sérias exortações deste capítulo. Uma curta parábola apresenta-nos o Senhor como o dono de uma casa que se ausentou do país depois de ter deixado os seus bens sob a responsabilidade de seus servos. Cada um recebe "a sua obrigação"... precisa e particular. E o Dono não faz qualquer restrição, nem mesmo quanto à diversidade das tarefas a serem feitas. Em algumas traduções desta passagem lemos "a cada um a sua obra"... sugerindo assim um número ilimitado de diferentes tarefas que o Senhor tem preparado para os Seus (conforme Romanos 12:6-8).

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A breve instrução recebida pelo porteiro, ao qual foi ordenado vigiar (v. 34), é igualmente dirigida "a todos"... a saber, a você e a mim (v. 37). E (observem este detalhe) é com esta palavra "vigiai" que terminam os ensinamentos do Senhor Jesus no Evangelho de Marcos. Guardemos então esta palavra em nossos corações, como se conserva cuidadosamente a última recomendação de um ser amado que nos deixou, mas que voltará de novo.

Todo dia com Jesus


domingo, 21 de abril de 2013

Devocional = Marcos 13: 1-13



Marcos 13:1-13

Os discípulos estão impressionados pela grandeza e pela beleza exterior das construções do templo. Mas "o Senhor não vê como vê o homem" (1 Samuel 16:7; Isaías 11:3). Ele já tinha entrado neste templo e constatado a iniqüidade que tomava conta dele (11:11). Agora também olhava para adiante, para os acontecimentos que poucos anos depois de Sua rejeição trariam a ruína sobre a cidade culpada. A história nos ensina que, em 70 A.D., Jerusalém foi objeto de um terrível cerco e depois foi quase totalmente destruída pelo exército de Tito. Esse terrível castigo provou grandemente a fé dos crentes que eram tão apegados à cidade santa. Mas o Senhor Jesus os havia encorajado de antemão com as palavras que temos aqui (vv. 2,11,13). Quantos filhos de Deus, ao passar por perseguições, tiveram, por meio delas experiências maravilhosas! No momento de testemunhar, o Espírito Santo lhes dava o que eles tinham a dizer. Foi o que aconteceu com Pedro ao ser intimado a depor diante das autoridades, dos anciãos e dos escribas em Atos 4:8 e com Estêvão em Atos 7:55. Nós também podemos, de acordo com a nossa medida e segundo as nossas necessidades, experimentar esse poder do Espírito Santo quando O deixamos operar em nós.






sábado, 20 de abril de 2013

Devocional Diário - Salmos 119:14


"Mais me regozijo com o caminho dos teus testemunhos do que com todas as riquezas." Salmos 119:14

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Nosso tesouro e nossa verdadeira riqueza estão nas Escrituras, na Palavra de Deus, no testemunho que ela contém. A Bíblia é a direção de Deus para nossas vidas, nos conduz pelo bom caminho, através dela podemos evitar as armadilhas do inimigo, e ter uma vida cheia de conquistas e abençoada por Deus. Ao invés de ver a Palavra de Deus apenas como um livro cheio de leis, regras e limites, devemos vê-la como um presente de amor e entender que o Senhor deixou Sua palavra para nós, para que fosse o nosso maior tesouro, por isso devemos valorizá-la mais do que riquezas.




sexta-feira, 19 de abril de 2013

Uma Coroa de Flores


Estávamos voltando das férias quando vimos uma coroa de flores junto a um poste da nossa rua. Logo percebemos o que ela significava: alguém tinha morrido ali. Querendo saber se era uma pessoa conhecida, paramos para ler o pequeno cartão que acompanhava a coroa. A mensagem era de partir o coração: “Querido papai, gostaria de ter estado com você para ajudá-lo quando você caiu. Por favor, olhe por nós. Amamos você e sentimos sua falta. Você estará sempre em nossos corações”. 

Que tragédia! O pai de alguém tinha caído na rua – talvez atropelado por um automóvel ou por ter sofrido um ataque cardíaco. Os membros da família estavam desolados e expressaram seus sentimentos colocando uma coroa de flores e uma mensagem no local da sua morte. De certa forma conseguimos entender como se sentiam. Amavam seu pai e sentiam muito sua falta. Queriam tanto que apenas um deles pudesse ter estado lá para confortá-lo e amenizar sua dor mesmo que a morte dele fosse inevitável! Mas agora era tarde demais.

Sentimos sua falta!

É comum colocar uma coroa ou um buquê de flores, uma mensagem ou uma cruz no local onde uma pessoa morreu inesperadamente. Para os que perderam um ente querido, o lugar do acidente torna-se quase um local sagrado. Porém, a mensagem junto ao poste na nossa rua revelava algo mais, algo que estava errado. A pessoa que a tinha escrito alimentava a esperança de que o espírito do pai continuava ali e poderia ler aquela mensagem, apreciar sua preocupação e, de alguma forma, como espírito, cuidaria da sua família. 

Muitos anos atrás, o rei Davi perdeu um filho ainda pequeno. Enquanto chorava a morte da criança, ele expressou uma profunda verdade: “Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2 Samuel 12.23). A morte significa separação daqueles que amamos. Não podemos nos comunicar com os espíritos dos que já morreram. A Bíblia proíbe terminantemente qualquer tentativa nesse sentido (Levítico 19.31). Os que morrem deixam este mundo. Seus corpos são sepultados, mas seus espíritos continuam vivendo numa outra vida.

Há somente dois lugares

Existem apenas dois destinos após a morte: um lugar de alegria e bem-aventurança e um lugar de tormento. Todos nós merecemos o lugar de tormento, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Mas, por amor a nós, Deus mandou Seu único Filho, Jesus Cristo, para ser nosso Salvador e para morrer pelos nossos pecados na cruz do Calvário (veja 1 João 4.14; 1 Coríntios 15.3). Para experimentarmos o perdão de Deus, precisamos declarar-Lhe que nos arrependemos dos nossos pecados (veja Atos 3.19), que cremos que Jesus morreu em nosso lugar e que derramou Seu precioso sangue por nós. Você já fez isso? 

Se cremos em Jesus como Salvador e perdemos um ente querido que era salvo podemos ter a certeza de que nos reencontraremos na presença de Deus. Esta é uma perspectiva muito reconfortante. Mas se ainda não pedimos perdão a Deus teremos de pagar o preço pelos nossos próprios pecados – no inferno! A vida é muito incerta para corrermos riscos: “Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que trará à luz” (Provérbios 27.1). Peça ainda hoje a Jesus para ser seu Salvador e Senhor da sua vida, para gozar com Ele a alegria eterna no céu! (Martin Girard) 









Devocional - Marcos 12:35-44

Marcos 12:35-44

Agora é a vez do Senhor Jesus deixar os seus críticos embaraçados com uma pergunta bastante delicada: como pode o Cristo ser ao mesmo tempo o Filho e o Senhor de Davi? (vide Salmo 89:3-4, 23 e 36). Eles não sabem como explicar isto e o orgulho deles impede-lhes de pedir a resposta... do próprio Cristo. É justamente por causa de Sua rejeição que o Filho de Davi ocuparia a posição celestial que Lhe é atribuída no Salmo 110.

A fim de colocar o povo em guarda contra esses líderes indignos, o Senhor então faz um triste retrato dos escribas vaidosos, avarentos e hipócritas. Infelizmente, esses traços têm, às vezes, caracterizado também outros "líderes espirituais" afora os de Israel! (vide 1 Timóteo 6:5). 

No versículo 41, vemos o Senhor Jesus assentado em frente ao gazofilácio do templo. Com o Seu olhar penetrante, o qual já tínhamos visto contemplando a todos e a todas as coisas, Ele observa, não o quanto se dá (a única coisa que interessa aos homens), mas como cada um dá à causa de Deus. E eis aí essa pobre viúva com a sua tocante oferta: as duas pequenas moedas que lhe restavam para viver. Emocionado, o Senhor chama os Seus discípulos e comenta o que acaba de ver. Ah! essa oferta extraordinária - "tudo quanto possuía" - provou não somente a afeição desta mulher pelo Senhor e por Sua casa, mas também a total confiança que tinha em Deus para atender a suas necessidades (conforme 1 Reis 17:12-13).
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Devocional - Marcos 12:18-34

Marcos 12:18-34


Agora chegam os saduceus para medir a sabedoria do Senhor Jesus. Na realidade, eles não acreditavam na ressurreição (vide Atos 23:8); mas é justamente acerca desse assunto que o Senhor os confronta e os faz silenciar (v. 26). A ressurreição é duplamente confirmada: pelas Escrituras e pelo poder de Deus que ressuscitou a Cristo dos mortos (v. 24). E, ainda assim, é provável que não haja nenhuma outra verdade mais combatida pela incredulidade dos homens (vide Atos 17:32 e 26:8). Paulo demonstra em 1 Coríntios 15 que a ressurreição é um dos fundamentos essenciais do Cristianismo, o qual não pode ser tocado sem com isso arruinar completamente a nossa fé.
 
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Em contraste aos debatedores precedentes, o escriba mostra-se honesto e inteligente quando interroga o Senhor sobre o principal de todos os mandamentos. O amor, responde o Senhor Jesus, é o principal mandamento; amor a Deus e ao próximo, nisso se resume o cumprimento da lei (Romanos 13:10; Gálatas 5:14). Queridos amigos, não deveríamos nós amar mais do que os filhos de Israel, nós, que fomos procurados e que estávamos mais distanciados de Deus do que eles (nós, que procedemos das nações estranhas às alianças da promessa) e que pelo sangue de Cristo fomos aproximados a uma relação de filhos do Deus de amor? (Efésios 2:12-13).

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terça-feira, 16 de abril de 2013

Marcos 12:1-17

Marcos 12:1-17

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E começou a falar-lhes por parábolas: Um homem plantou uma vinha, e cercou-a de um valado, e fundou nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e partiu para fora da terra.

E, chegado o tempo, mandou um servo aos lavradores para que recebesse, dos lavradores, do fruto da vinha.

Mas estes, apoderando-se dele, o feriram e o mandaram embora vazio.

E tornou a enviar-lhes outro servo; e eles, apedrejando-o, o feriram na cabeça, e o mandaram embora, tendo-o afrontado.

E tornou a enviar-lhes outro, e a este mataram; e a outros muitos, dos quais a uns feriram e a outros mataram.

Tendo ele, pois, ainda um seu filho amado, enviou-o também a estes por derradeiro, dizendo: Ao menos terão respeito ao meu filho.

Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vamos, matemo-lo, e a herança será nossa.

E, pegando dele, o mataram, e o lançaram fora da vinha.

Que fará, pois, o senhor da vinha? Virá, e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros.

Ainda não lestes esta Escritura: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Esta foi posta por cabeça de esquina;

Isto foi feito pelo Senhor E é coisa maravilhosa aos nossos olhos?

E buscavam prendê-lo, mas temiam a multidão; porque entendiam que contra eles dizia esta parábola; e, deixando-o, foram-se.

E enviaram-lhe alguns dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem nalguma palavra.

E, chegando eles, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és homem de verdade, e de ninguém se te dá, porque não olhas à aparência dos homens, antes com verdade ensinas o caminho de Deus; é lícito dar o tributo a César, ou não? Daremos, ou não daremos?

Então ele, conhecendo a sua hipocrisia, disse-lhes: Por que me tentais? Trazei-me uma moeda, para que a veja.

E eles lha trouxeram. E disse-lhes: De quem é esta imagem e inscrição? E eles lhe disseram: De César.

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele.



As autoridades do povo são forçadas a reconhecer-se na aterradora parábola dos lavradores maus.

Observemos como é descrito (somente aqui em Marcos) o último enviado do Dono da vinha: "Restava-lhe ainda um, seu filho amado" (v. 6). Esta frase nos recorda as palavras que Deus disse a Abraão: "Toma teu filho, teu único filho... a quem amas" (Gênesis 22:2). Temos aí uma comovente indicação das afeições do Pai pelo Seu Filho amado, Que Ele sacrificou por nós!

Assim desmascarados, os fariseus e os herodianos buscam replicar. Com elogios de hipocrisia, que, apesar disso, testemunhavam do Senhor Jesus ("Sabemos que és verdadeiro e... segundo a verdade ensinas o caminho de Deus" - v. 14), eles tentam surpreendê-LO com uma das mais sutis perguntas. Se a Sua resposta fosse "sim", isso O teria desqualificado como Messias; se fosse "não", eles O acusariam aos romanos. Ele lhes responde da única maneira que não esperavam: dirigindo-Se à consciência deles. Que divina e admirável sabedoria! Ainda assim, quanto não teve de sofrer o Salvador, em Quem tudo era verdade e amor, por essa má fé, essa maldade, sim, por essa constante "oposição dos pecadores contra si mesmo" (vide Ezequiel 13:22).

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Devocional Diário - Salmos 121:1-2

"Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra." Salmos 121:1-2


Num mundo de beleza surpreendente e um universo de diversidade, parece que nossos corações voltam ao Único que fez tudo e agora sustém tudo. Ele nos conhece e nos ajudará se nós apenas acreditamos no que Ele tentou nos dizer de tantas formas: "Te amo como meu filho e me preocupo com o que acontece para você e aqueles que você ama."

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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Devocional - Marcos 11:15-33


O Senhor purifica o templo que Ele havia inspecionado no dia anterior. O zelo pela casa de Seu Deus consome o perfeito Servo (João 2:17). 

"Em vindo a tarde", Ele deixa a cidade corrompida, porém retorna no dia seguinte, passando em frente da figueira ressecada. Ao responder à observação de Pedro, o Senhor Jesus não dá ênfase ao Seu próprio poder, antes dirige os pensamentos dos discípulos a Deus. É como se Ele lhes dissesse: "Aquele (Deus) que me respondeu está também disposto a atender às vossas orações e a remover todo obstáculo de vosso caminho, mesmo que este seja tão alto como uma montanha".

 Ter fé em Deus não significa esforçar-nos para crer na realização de nossos desejos; mas é simplesmente contar com Deus, com Aquele que conhecemos, que é fiel e que nos ama. Mas há uma situação na qual Deus certamente não poderá nos responder: É quando temos "alguma cousa contra alguém". Isto é uma intransponível montanha no caminho de nossas relações com Ele. É um empecilho que deve ser removido imediatamente, a fim de que a nossa relação com Deus e com nossos irmãos possa ser restabelecida, e para que os "caminhos" do coração voltem a ser "aplanados", como diz o Salmo 84:5.

Com o versículo 27, começam os últimos discursos do Senhor, no curso das quais Ele envergonha, um após o outro, a todos os Seus adversários.

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Lição 3 - As Bases do Casamento Cristão

LIÇÃO 3: AS BASES DO CASAMENTO CRISTÃO
 Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:
  • Compreender qual é a verdadeira vontade divina para o casamento.
  • Conscientizar-se da importância do amor mútuo e verdadeiro para se estabelecer uma família.
  • Enfatizar a importância da fidelidade conjugal no casamento.
Por ser uma instituição criada por Deus para atender aos propósitos divinos, não é de se admirar que o matrimônio venha sendo ridicularizado sistemática e violentamente pela mídia. Por isso, precisamos compreender a instrução divina quanto ao casamento e aplicá-la em nossa vida diária. Na epístola aos Hebreus, as Escrituras ensinam: “venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula” (13.4). Tal verdade a respeito do casamento indica-nos que ele deve ser respeitado, honrado e valorizado.





domingo, 14 de abril de 2013

Devocional - Marcos 11:1-14


O caminho do Senhor está chegando a seu fim. Ele faz a Sua entrada triunfal em Jerusalém e vai ao templo, onde começa por observar em Sua volta todas as coisas (v. 11), como se perguntasse: "Estou em casa aqui?" Esse detalhe, próprio do Evangelho de Marcos, mostra-nos que Deus nunca julga e condena precipitadamente um estado de coisas (compare Gênesis 18:21). Mas quais devem ter sido os sentimentos do Senhor ao ver que esta casa de oração estava tão profanada?


Ele deixa este lugar manchado e retira-Se a Betânia para passar a noite com o pequeno número dos que O reconhecem e O amam. Betânia significa tanto "casa do necessitado" como também "casa de figos" . É como se Ele, o pobre (Salmo 40:17), só em Betânia tivesse achado algum fruto para Deus ("figos muito bons", conforme Jeremias 24:2). Isso foi um consolo ao Seu coração, e até mesmo uma amostra prévia do fruto decorrente do "penoso trabalho de sua alma" na cruz.


"No dia seguinte, quando saíram de Betânia" (v. 12), o Senhor Jesus amaldiçoa a figueira estéril, a qual representa Israel na condição como o Senhor a encontrou e, de maneira geral, o homem natural, do qual Deus não pôde tirar nenhum fruto para Si, apesar de suas aparências religiosas (as folhas), as quais Ele definitivamente condenou: "Eu os consumirei de todo, diz o Senhor; não haverá uvas na vide, nem figos na figueira, e a folha já está murcha; e já lhes designei os que passarão sobre eles" (Jeremias 8:13).

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sábado, 13 de abril de 2013

Devocional - Marcos 10:35-52


Observemos a fé de Tiago e João. Eles sabiam que o seu Mestre era o Messias, o Herdeiro do reino e que eles teriam parte com Ele ali. Porém o pedido que eles fazem ao Senhor denuncia a ignorância e a vaidade de seus corações naturais. Cheio de graça, o Senhor reúne os Seus discípulos ao Seu redor e faz uso desta infeliz atitude dos dois irmãos para instruí-los (e isto serve também para nós). Não compreendiam que tinham diante de si o maior Exemplo de humildade? Aquele que tinha todos os direitos de ser servido quis voluntariamente fazer-Se servo para libertar a Sua criatura e pagar com a própria vida o resgate exigido pelo soberano Juiz. O maravilhoso versículo 45 poderia ser chamado de o versículo-chave do Evangelho, pois o resume muito bem.

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O Espírito Santo nos mostra nesse capítulo três atitudes completamente distintas: o jovem rico que o Senhor convida a segui-LO, o qual Lhe dá as costas (vv. 21, 22); os discípulos, que também foram chamados, e que O seguem tomados de apreensões (v. 32) embora se vangloriando de sua renúncia (v. 28); e finalmente, este pobre cego, a quem o Senhor Jesus nada pede após curá-lo, mas que, sem dizer uma palavra e lançando de si a capa que podia detê-lo em sua marcha, segue-O "estrada fora" V. 52).


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Devocional - Marcos 10:23-34

 
No Antigo Testamento as bênçãos eram terrenas e as riquezas eram consideradas como uma prova do favor de Deus (vide Deuteronômio 8:18). Eis aqui o motivo do assombro dos discípulos. Eles acabavam de ver um homem próspero, aparentemente abençoado por Deus, amável, de conduta irrepreensível, disposto a fazer muitas coisas boas. E o Senhor o deixou partir. Que coisa! Se tais vantagens não davam acesso ao reino de Deus, quem então podia ser salvo? O Senhor Jesus lhes responde que a salvação realmente é algo impossível para o homem realizar. Só Deus pode salvar.


 
Note que o Senhor não condena aqui os ricos, mas "os que confiam nas riquezas". Ademais, seguir a Jesus implica inevitavelmente na renúncia de algumas coisas, o que para certas pessoas pode ser algo muito doloroso (v. 29). Mas se elas renunciam por amor ao Senhor e ao Evangelho, isto ao mesmo tempo será para elas uma fonte de incomparáveis alegrias, sendo que a primeira delas será a consciência da aprovação do Senhor. Sim, o penetrante olhar do Senhor (v. 21,23,27) lê os nossos corações para ver se a motivação pela qual agimos é boa - se há uma verdadeira resposta ao amor d'Aquele que tudo deixou por nós (vide Zacarias 7:5). 

Neste capítulo encontramos várias características da carne: é atrativa (vv. 17-22); é presunçosa (v. 28); é temerosa (v. 32); e, finalmente, é egoísta (vv. 35-40).

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Devocional - Marcos 10:1-22


Os fariseus procuram fazer com que o Senhor Jesus contradiga a Moisés na questão do divórcio. Mas Ele os silencia ao recordar-lhes a ordem das coisas tal como Deus havia criado no princípio (ocasião, portanto, anterior à lei dada por Moisés). O mundo tem corrompido e estragado tudo o que Deus havia estabelecido em Sua bela criação e em particular a instituição do matrimônio. 


A dureza de coração e o egoísmo têm conduzido os homens a menosprezar e a perverter tudo que diz respeito ao matrimônio; essa condição também se manifesta na falta de consideração pelas criancinhas. Até mesmo os discípulos deixam-se contagiar por este espírito. Os versículos 13 a 16 nos dão, em relação ao relato de Mateus, alguns detalhes suplementares que são comovedores: o Senhor começa por indignar-Se com a atitude dos discípulos. Daí toma carinhosamente essas crianças nos Seus braços, onde se acham em perfeita segurança. Por fim, é dito expressamente que Ele as abençoa (conforme Mateus 19:13-14). 


No incidente que se segue, Marcos é novamente o único a mencionar um ponto de muita importância: o amor do Senhor por um jovem que veio ao Seu encontro. Mas este jovem permanece insensível e se vai, talvez para sempre, preferindo as suas vãs riquezas à companhia presente e eterna d'Aquele que o havia amado.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Marcos 9:33-50


Pobres discípulos! Enquanto o Mestre lhes fala de Seus sofrimentos e de Sua morte, a única coisa que lhes interessa, a ponto de provocar uma disputa entre eles, é a de saber qual entre eles era o maior. Por meio de Sua pergunta o Senhor os sonda (v. 33), para então, com graça e paciência, lhes ensinar o que é humildade. 

Esta lição é seguida por outra. Os discípulos tinham pensado que deviam impedir alguém de realizar milagres no nome do Senhor Jesus. Ele "não nos segue", é o pretexto que João apresenta. Mas o Senhor lhes mostra que também nessa questão eles estavam mesmo ocupados consigo mesmo e não com Ele. Vigiemos para não termos um espírito sectário! Muitos cristãos, embora não andem conosco, seguem fielmente e bem de perto ao Senhor no caminho da abnegação e da cruz (capítulo 8:34).

Encontramos em Mateus 5:29 e 18:8 o que corresponde aqui aos versículos 42 a 48. Mas, de uma maneira geral, notamos que no Evangelho de Marcos os ensinamentos do Senhor ocupam menos espaço em comparação com as Suas atividades. Por exemplo, não temos aqui o Sermão do Monte. Poucas palavras, mas muita devoção e abnegação, tal é o caráter do Servo fiel.


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Marcos 9:14-32

 

Tendo descido do monte, o Senhor retoma o Seu serviço de amor, do qual o apóstolo Pedro, testemunha de todas essas coisas, faria mais tarde um excelente resumo em Atos 10. "Jesus de Nazaré", diz ele, "andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele" (Atos 10:38). O Senhor encontra uma numerosa multidão falando e discutindo entre eles mesmos. O objeto de toda essa agitação é um pobre menino que, apesar de sua tenra idade, sofria de terríveis crises nervosas provocadas por um demônio. Em vão o pobre pai havia apresentado o caso de seu único filho aos discípulos, pois eles não puderam expulsar esse espírito imundo. Antes de o Senhor Jesus operar a libertação do garoto, Ele apresenta a razão do fracasso deles: incredulidade; porque "tudo é possível ao que crê". Então, com lágrimas, esse homem se entrega ao Senhor. Compreende que não se alcança a fé apenas com um esforço de vontade, e se reconhece incapaz. Precisamos da ajuda divina não somente para a libertação propriamente dita, mas até mesmo para pedir por ela. 


No versículo 26, o poder demoníaco manifesta-se ainda uma vez, mas é apenas para que a vitória do Senhor seja evidente. "Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou" (v. 27).

domingo, 7 de abril de 2013

Devocional - Marcos 9:1-13

 
Segundo a promessa do versículo 1, três discípulos agora têm a oportunidade de contemplar por antecipação a chegada do "reino de Deus com poder". Este reino lhes é apresentado na pessoa do próprio Rei, o qual eles reconhecem como o Senhor Jesus, seu Mestre, revestido de majestade real e de resplandecente glória. Ele, que habitualmente ocultou a Sua glória encobrindo-a sob a humilde "forma de servo" (Filipenses 2:6-7), desvenda-a por um momento à vista dos Seus discípulos, que fica assombrados e maravilhados (Salmo 104:1). A seguir uma voz vem da nuvem, cujo apelo também se dirige a nós: "Este é o meu Filho amado: a ele ouvi". Quanto mais grandeza e dignidade tem uma pessoa, tanto mais importância têm as suas palavras. A pessoa que somos convidados a escutar não é outra senão o Filho amado de Deus. Prestemos, pois, às Suas palavras e ensinamentos, uma atenção tanto maior! (Hebreus 12:25). 



Por mais que fosse bom estar no alto monte (v. 5), eles tinham que descer outra vez, e o Senhor faz os três discípulos compreender que o que eles viram somente se cumprirá mais tarde. Visto que nem João Batista (representado por Elias, v. 13) foi aceito como seu precursor nem Ele mesmo como Messias, faz-se necessário agora que Ele passe pela cruz e sofra muito antes de entrar em Sua glória (vv. 12-13).


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