Os Abençoados

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Educar-se para melhor Educar - Mario A. Marinho

A Importância da Educação Cristã no Ambiente Familiar: a perspectiva de uma Nova Visão Moral na Sociedade.

Sem a pretensão de fazer proselitismo religioso e, sobretudo, consciente de vivermos em uma laica nação religiosa composta, em sua maioria, de uma população cristã, o autor busca utilizar, como roteiro desta obra, a essência da sabedoria bíblica a qual considera a educação cristã no ambiente familiar como a ferramenta ideal de promoção do crescimento moral da sociedade. Tendo em vista que, nos últimos anos, pôde-se observar uma crescente e acelerada degradação moral a qual tem refletido na segurança, saúde, educação e, conseqüentemente, no âmbito familiar. O autor também se propõe a chamar a atenção dos pais, Igreja, Escolas e Sociedade para valorização da inclusão do ensino religioso na conjuntura familiar.

“Com muita responsabilidade e dedicação, através de estudos, análises e pesquisas sobre a educação familiar, procurei discorrer sobre este tema de grande relevância para a sociedade atual.”



Autor: Mário Antônio Marinho 
Mário Antônio Marinho é Presbítero e Supervisor de Congregação da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Teresina-PI. É também Bacharel e Professor de Teologia e concludente de Pós-Graduação em Docência do Ensino Superior.

Entre em contato com o Autor:
Telefones: (86) 9415-0459 | (86) 9979-6836 | (86) 8812-3703
e-mail: marinhothe@hotmail.com

Fonte: Portal Fiel


 

domingo, 18 de dezembro de 2011

Sinopse das Lições de 2012

1º Trimestre 2012
Título: A verdadeira prosperidade — A vida cristã abundante
Comentarista: José Gonçalves

Lição 1: O surgimento da Teologia da Prosperidade

Lição 2: A prosperidade no Antigo Testamento

Lição 3: Os frutos da obediência na vida de Israel

Lição 4: A prosperidade em o Novo Testamento

Lição 5: As bênçãos de Israel e o que cabe à Igreja

Lição 6: A prosperidade dos bem-aventurados

Lição 7: “Tudo posso Naquele que me fortalece”

Lição 8: O perigo que querer barganhar com Deus

Lição 9: Dízimos e ofertas

Lição 10: Uma Igreja verdadeiramente próspera

Lição 11: Como alcançar a verdadeira prosperidade

Lição 12: O propósito da verdadeira prosperidade

Lição 13: Somente em Jesus temos a verdadeira prosperidade


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Festival Promessas: Globo Abre ‘Novo Tempo para o Evangelho’, Diz Fernanda Brum

O Festival Promessas, evento de música evangélica, foi considerado uma abertura de Deus através da maior rede de televisão do Brasil para a transmissão do Evangelho.



“Durante muito tempo a igreja brasileira pediu em oração um momento como esse que na verdade se inicia, não se finda nesse evento. é um tempo em que podemos nos expressar através da maior televisão do Brasil a mensagem do Evangelho pura” disse uma das cantoras participantes do evento, Fernanda Brum ao The Christian Post.

O evento, realizado pela rede de TV secular Globo, apresentou cerca de 8 horas de shows de música gospel, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, reunindo cerca de 20 mil pessoas, segundo a polícia federal.

Diversas bandas consagradas se revezaram durante a apresentação. O hip hop abriu a tarde chuvosa, com o Pregador Luo seguido por outros estilos de música como o rock, com o reconhecido cantor Davi Sacer.
Ana Paula Valadão do Diante do Trono, grupo gospel considerado o maior da América Latina, fez pequenos “sermões” no meio de suas músicas em um estilo “sermão musical”.

Fernanda Brum, que é também pastora e missionária, disse em entrevista ao The Christian Post que esse é um momento histórico da abertura para a música evangélica e uma oportunidade para a transmissão do Evangelho.

“é um novo tempo para o Evangelho no Brasil e traz para nós muita reponsabilidade de seguir sendo mais crentes”, disse Brum, enfatizando que em nenhum momento houve censura ou impedimentos de se pregar o Evangelho.

Para a famosa cantora evangélica a abertura foi uma vontade de Deus e uma oportunidade para alcançar àqueles que ainda não se entregaram a Jesus Cristo. Seus conselhos aos evangélicos talentosos para a música é de que “utilizem de toda a arte que puderem para comunicar o Evangelho não por fama, não por dinheiro, não por vanglória, mas por causa de Jesus”.

No encerramento do evento, os cantores se reuniram para cantar juntos “Alto Preço” entoando juntos: “Com nossos olhos em Cristo, unidos iremos cantar". Sob aplausos, os milhares da platéia gritavam em um coro: “Jesus! Jesus!”, finalizando o festival.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Conheça a história do Dia da Bíblia

Conheça a história do Dia da Bíblia
Evento chegou ao Brasil em 1850, mas passou a ser parte do calendário oficial em 2001.

No segundo domingo de dezembro é comemorado o Dia da Bíblia, uma data que no Brasil passou a ser oficial em 2001 depois que foi sancionada a Lei Federal 10.335. Mas na verdade a comemoração surgiu em 1549 na Grã-Bretanha para lembrar a população a interceder pela leitura da Bíblia.

Quando os primeiro missionários vindos da Europa e também dos Estados Unidos começaram a chegar por aqui, isso em 1850, a data começou a ser timidamente divulgada, até que em 1948 foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil.

A entidade precisou trabalhar por muitos anos para que a comemoração fosse inserida no calendário oficial brasileiro, ontem, dia 11 de dezembro, segundo domingo do mês, diversos eventos aconteceram em todo o país para celebrar o Dia da Bíblia.

Este ano as celebrações que aconteceram tiveram como tema “A Bíblia para o Jovem”, sob o comando da Sociedade Bíblica do Brasil.

Fonte Noticias Gospel

Assista vídeo com mais informações sobre a Bíblia:








quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A Igreja de Roma

Roma
“A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (Rm 1.7).

Independente das diferenças raciais e culturais entre seus membros, a Igreja continua a expandir-se até aos confins da terra a exemplo do que ocorria entre os crentes romanos.

De acordo com Romanos 15.20-29, o apóstolo Paulo planejava passar por três cidades: Jerusalém, Roma e Espanha. Na primeira, seu objetivo era levar uma oferta recolhida pelas igrejas gentílicas (15.27; At 20.16). Na segunda, tencionava fazer de Roma sua base operacional a fim de evangelizar o Ocidente, uma vez que considerava sua missão no Oriente cumprida (15.19,20 cf. At 19.21). Na terceira, Espanha, não há qualquer menção nas Escrituras de que tal empreendimento tenha se concretizado. Entretanto, o propósito de Paulo se justifica se considerarmos que a Espanha ficava localizada no extremo Ocidente do mundo civilizado. Ali estava reunido um grande número de intelectuais e líderes, o que possibilitava uma atmosfera favorável ao debate e apresentação do Evangelho.

A fim de esclarecer esses dados, faça uma síntese da preparação e viagem de Paulo a Roma como indicamos a seguir: At 18.1-3: Paulo se encontra com Áquila em Corinto por ocasião da expulsão dos judeus de Roma; At 23.11: O Senhor impele e encoraja Paulo a testemunhar em Roma; At 25.10-12: Paulo apela para que seja julgado em Roma (cf. 26.32); At 27-28: viagem de Paulo a Roma.

Com o auxílio de um mapa, faça um resumo dos principais locais da viagem a Roma a partir de Cesaréia: Mirra, Bons Portos, Malta, Siracusa, Régio, Putéoli e Roma. Conclua explicando que durante os dois anos em que esteve preso em Roma (At 28.16,30-31), Paulo pregou e ensinou o Evangelho, escrevendo nessa ocasião as Epístolas de Efésios, Colossenses, Filemom e Filipenses.



No Dia de Pentecostes, quando os primeiros discípulos foram batizados no Espírito Santo, a cidade de Jerusalém achava-se repleta de judeus e prosélitos romanos, que testemunharam a gloriosa manifestação do poder de Deus (At 2.10). Neste dia memorável, militares e funcionários do governo romano, destacados na Palestina, foram salvos pelo Senhor, e ao retornarem à sua cidade, levavam a poderosa mensagem do evangelho (At 10.1,43-48; 2.10,41; 4.4; 5.14).

A igreja de Roma, por conseguinte, já existia quando Paulo escreveu esta carta (At 28.14,15).

Naquela igreja, surgiram dificuldades e dúvidas de natureza doutrinária. Alguns membros de origem gentílica abusavam da liberdade cristã com procedimentos que ofendiam os irmãos de origem judaica. A Epístola aos Romanos, a mais importante carta de Paulo, é a maior exposição da doutrina da salvação em toda a Bíblia. Pois responde a milenar pergunta: “Como pode o homem ser justo diante de Deus?” (Jó 9.2). Através desta epístola, o leitor é impelido a buscar e a conhecer qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus para sua vida (Rm 12.2).

A RAZÃO DA CARTA

O que motivou o apóstolo a escrever à igreja em Roma foi a exposição do Evangelho de Cristo. O tema da justificação pela fé predomina nos primeiros cinco capítulos.

Paulo estava no final de sua terceira viagem missionária, plantando igrejas nos grandes centros orientais do Império Romano: Éfeso, Corinto, Filipos etc, onde a Palavra do Senhor prosperava significativamente (At 19.11,20,26; Ap 1.4,11). O apóstolo já havia difundido o evangelho a partir de Jerusalém até as atuais Iugoslávia e Albânia (Rm 15.19).

Como já vimos, o evangelho estava bem difundido em Roma, onde o apóstolo menciona vários irmãos na fé (Rm 16.3-5). Agora Paulo, o incansável e corajoso homem de Deus, escreve aos crentes de Roma, manifestando o seu propósito de estar com eles (Rm 1.13,15; At 19.21).

O INÍCIO DA IGREJA EM ROMA

A igreja em Roma era muito expressiva. Por ocasião da epístola, já se estendera até Putéoli, o principal porto de Roma, numa distância de 200 quilômetros (At 28.13,14).

O modo como Paulo dirige-se aos irmãos em Roma mostra que ali havia uma igreja atuante bem antes da epístola ser escrita. Não há dados precisos dos primeiros anos do cristianismo em Roma, no entanto, pode-se inferir algo sobre o assunto em fontes literárias e arqueológicas confiáveis.

A comunidade judaica. Havia judeus em Roma já no segundo século a.C. Quando o imperador Pompeu, em 63 a.C, conquistou a Judéia, o número de judeus em Roma aumentou consideravelmente. Mas, por um decreto do imperador Tibério, os judeus de Roma foram expulsos da cidade, para logo em seguida retornarem em maior número. Em 49 d.C, o imperador Cláudio decreta uma nova expulsão de judeus da cidade — este fato é mencionado em At 18.2 — onde está dito que em Corinto, Paulo conheceu um certo judeu chamado Áquila, que havia recentemente chegado da Itália, com Priscila, sua esposa, por ter o imperador Cláudio decretado a expulsão dos judeus da cidade. Tudo indica que Áquila e Priscila já eram cristãos antes do encontro com Paulo em Corinto. Talvez fossem membros da primeira igreja cristã em Roma.

Na capital do Império Romano, desenvolveu-se, no século primeiro, o maior centro judaico do mundo antigo. Havia 13 comunidades e sinagogas com elevado número de membros.

Judeus no dia de Pentecostes. O Pentecostes era uma das sete festas sagradas de Israel. Estas prefiguravam eventos futuros na história da redenção efetuada por Cristo. O Novo Testamento confirma que elas eram profecias tipológicas da salvação (Cl 2.16,17; Hb 10.1).

Nos dias do Novo Testamento, judeus devotos, bem como gentios prosélitos de todas as partes do Império Romano, compareciam a Jerusalém para a celebração da Festa de Pentecostes (At 2.1,10; 20.16). É possível que alguns dos convertidos, quando da descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes, tenham levado, num trabalho pioneiro, o Evangelho de Cristo a Roma (At 2.1,10,37-41).

Sendo Roma a capital do império, havia um fluxo constante de viajantes que se dirigiam de todas as partes para lá. O capítulo 16 de Romanos demonstra que muitos cristãos daquela congregação eram procedentes de outras regiões, especialmente da Ásia Menor.

Quando o testemunho cristão, repleto do poder do Espírito Santo, ressoou nas sinagogas em Roma, logo surgiram e multiplicaram-se igrejas na região, como acontecera em Damasco, Antioquia, Ásia Menor, Macedônia e Grécia. Multidões aceitaram a Cristo, conforme relata o evangelista Marcos: “E eles tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a Palavra com sinais que se seguiram. Amém” (Mc 16.20).

A IGREJA EM ROMA NA ÉPOCA DA CARTA DE PAULO

Paulo, ao escrever aos romanos por volta do ano 57 d.C, destacou a fé daqueles crentes, tanto no início da epístola como no seu final (1.12; 16.19). Eles tinham muita fé, e esta já era conhecida por todos (1.8).

Uma igreja heterogênea. A lista de saudações de Paulo (no capítulo 16) evidencia que a igreja em Roma tinha um caráter heterogêneo. Havia judeus (convertidos), gentios e escravos. A menção de Paulo a seus “parentes” pode referir-se a seus irmãos de raça — judeus, agora convertidos a Cristo (9.3,4). É bem provável que estes fossem cristãos que o apóstolo conhecera em outros lugares durante suas extensas e prolongadas viagens evangelísticas, pastorais e administrativas e que, na ocasião em que escreveu a carta, residissem em Roma.

Áquila e Priscila, queridos irmãos, amigos e colaboradores de Paulo, foram obrigados a deixar Roma anteriormente. Mas, agora, estavam de volta, e sua casa era um dos locais de reunião da igreja (era prática comum na igreja primitiva a reunião nas casas dos próprios cristãos).

Uma igreja respeitada. Os crentes de Roma eram fiéis e dedicados seguidores de Cristo, segundo o evangelho (Rm 1.8,12; 6.17; 7.4; 15.14; 16.19). Conforme se lê em Rm 15.24, Paulo, por ocasião da epístola, contava com a assistência daqueles irmãos para a realização de uma obra missionária na Espanha. Em Romanos 16.16, Paulo transmite uma saudação das demais igrejas dirigida exclusivamente à igreja de Roma.

CONCLUSÃO

A igreja em Roma deixou exemplos de santidade, fé e visão evangelística de homens e mulheres capacitados para o santo serviço que, se seguidos, fortalecerão a Igreja atual. É um padrão a ser fielmente observado por todos aqueles que oram e lutam pela expansão do Reino de Deus.

“O Plano da Carta aos Romanos"

Paulo destaca alguns aspectos principais na carta aos Romanos. A doutrina da salvação é apresentada dentro de 4 itens essenciais: o teológico (1.18-5.11); o antropológico (5.12-8.39); o histórico (9.1-11.36) e o ético (12.1-15.33). Esse plano alcança toda a obra e contém verdades incontestáveis e irremovíveis.

1. Na esfera Teológica (1.18-5.11). Paulo apresenta a condição perdida dos homens, sem a mínima possibilidade de salvação por méritos próprios. Logo depois, Cristo é a solução, visto que, por meio de sua morte, todos podem ser justificados da condenação. O pecador é justificado mediante a obra expiatória de Cristo Jesus.

2. Na esfera Antropológica (5.12-8.39). Nestes textos a vida assume nova perspectiva. A ilustração do primeiro e segundo Adão coloca o crente de frente a uma nova realidade espiritual. O primeiro Adão foi vencido pelo pecado, mas o segundo o venceu por todos os homens. Em Cristo, o homem assume um novo regime de vida sob a orientação do Espírito Santo.

3. Na esfera Histórica (9.1-11.36). Paulo destaca a questão da rejeição de Israel ao plano divino. A doutrina da salvação é apresentada de forma explícita. Um grupo de judeus cristãos, ainda amarrado às exigências da religião judaica, queria impor sobre os gentios convertidos os mesmos requisitos exigidos pela lei mosaica. Entretanto, Paulo apresentou a obra salvadora de Cristo com sentido universal, extensiva a todos os homens.

4. Na esfera Ética (12.1-15.33). Paulo apresenta algumas implicações do Evangelho para a vida diária. Responsabilidades éticas para com a igreja, a família e a vida material são colocadas em destaque” (CABRAL, E. Romanos: O Evangelho da Justiça de Deus. 7.ed., RJ: CPAD, 2003, p.17).

Fonte: Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 2006, Título: Salvação e Justificação — Os pilares da vida cristã

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Anjos da noite:voluntários distribuem sopa para moradores de rua no Centro de Teresina

Nas noites do centro de Teresina  tomadas pela degradação de usuários de drogas ainda há espaço para a solidariedade. Um grupo de voluntários conhecidos como anjos da noite distribuem sopa para os moradores de rua.




Igreja Batista da Vermelha.

Fonte: Meio Norte


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Vigilia e Oração

HOJE VIGILIA 24 HORAS DE ORAÇÃO

Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. Mateus 26:41 
 
Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Marcos 14:38 
 
Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem. Lucas 21:36 

Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andando por cima do mar. Mateus 14:25

E, se vier na segunda vigília, e se vier na terceira vigília, e os achar assim, bem-aventurados são os tais servos. Lucas 12:38

Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite. Salmos 90:4
 
PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM!!!!




quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Águas Profundas

Tendo acabado de falar, Jesus disse a Simão: “Vá para onde as águas são mais fundas”, e a todos: “Lancem as redes para a pesca”. Lucas 5:4

Quando estamos próximos da orla não precisamos de muita fé para manter nosso barco em segurança. 

Quando estamos na praia tudo é fácil. Podemos facilmente voltar para a areia sem nos preocupar demais com a correnteza.

Mas o que acontece quando eu vou para águas profundas? E quando vou para o alto-mar?

Amyr Klink, um navegador que já atravessou o mundo em seu barco, já atravessou tempestades em alto-mar que o fizeram ficar acordado por mais de 24hs segurando o barco para não naufragar. 

Quando estamos em águas profundas não temos o controle sobre nós mesmos. O máximo que podemos fazer é contar com o Supremo. 

Porém são nas águas profundas que podemos experimentar o agir de Deus em nossas vidas. Em águas profundas, podemos lançar nossas redes e colher tudo aquilo que Deus preparou para nós. 

Nas águas profundas podemos mergulhar na presença de Deus de uma forma que jamais poderíamos imaginar ancorados na praia. É lá onde não temos o controle, que Deus assume o controle e nos faz ir a lugares que jamais imaginamos. Lugares profundos, lugares altos, lugares que homem normal jamais irá, apenas aquele que se entregou completamente a Deus. 

Que sua vida seja Dele! Que seu coração seja completamente dele! 

Fonte: Gospel+

domingo, 27 de novembro de 2011

Fotos do Culto da Crianças

Cantora Érika louvando a Deus
Oração pelas crianças que aceitaram a Cristo

Grupos Soldadinho de Chumbo e Harpa de Davi

Vinde a mim as criancinhas

Crianças aceitando a Cristo

Gabriel pregando a Palavra

Fernanda Louvando a Deus     


Culto realizado no dia 25/11/2011
Direção: Missionária Nathália e pela irmã Da Luz

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quem envia o missionário? A igreja local ou o Espírito Santo?

Quem envia?
 
O chefe da obra missionária é o Espírito Santo. Ele veio para ajudar todo cristão a ter uma vida bela, veio para capacitar o crente a ser testemunha de Cristo, veio para dirigir a obra missionária.

1. O  Espírito Santo é quem separa:

"Disse o Espírito Santo: separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado" (Atos 13.2).

O Espírito Santo é quem define quem vai e quem não vai para a obra missionária. Todavia é muito importante entender que o Espírito Santo se expressa dentro do ambiente eclesiástico, isto é, ele honra a igreja local, a dignifica e opera por intermédio dela.

2. O Espírito Santo quer o melhor:

"Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores.." (Atos 13.1)

A igreja tem que enviar os melhores para o campo missionário. Na igreja em Antioquia estavam os melhores, e o Espírito escolheu àqueles que tinham vocação para o trabalho transcultural: Saulo e Barnabé, dentre os mais capacitados.

3. O Espírito Santo é quem envia:

"E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre" (Atos 13.4)

Como se pode notar, o instrumento do Espírito Santo para o envio é a igreja local. Eles jejuaram, oraram e impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo e assim os enviaram. A igreja se comprometeu, e os despediram para o campo.

4. A pergunta: Quem envia?

A resposta é o Espírito Santo, por meio da igreja. A igreja local é o instrumento de Deus para que o Espírito Santo possa enviar. A infra-estrutura para missões está na igreja local. Toda obra sem o apoio da igreja local está fadada ao fracasso, pois não haverá o poder espiritual necessário para levá-la adiante. E toda obra sem a direção, a regência do Espírito Santo também estará com certeza propensa ao fracasso.

A igreja é missionária por natureza e não por opção ou escolha. A igreja é mais do que o agente divino para a evangelização, é, em submissão a Cristo, o agente de todo o propósito cósmico de Deus na terra.

Finalizando: Se a nossa igreja local não for missionária por natureza, então alguma coisa está errada. Falta algo de conteúdo espiritual. O Espírito Santo não está encontrando liberdade e espaço para: separar, capacitar e enviar missionários para o campo transcultural. Essa igreja local na verdade não está desfrutando da plenitude do Espírito Santo.

Pr. Antonio Romero Filho
 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Avivamento espiritual — A missão dinâmica da Igreja

Porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo(1 Ts 1.5).

O avivamento espiritual da igreja deve ser preservado, para que ela prossiga renovada no Espírito e dinâmica em sua missão na Terra.
Atos 17.1-12 relata o início e o crescimento da igreja em Tessalônica, cidade comercial da Macedônia, na Grécia. Naqueles tempos, houve um grande avivamento espiritual mediante a pregação da Palavra de Deus (1 Ts 1.5). Foi um movimento do Espírito tão maravilhoso que serviu de modelo para todas as demais igrejas da região (1 Ts 1.7).

A CHAMA DO AVIVAMENTO DA IGREJA TESSALÔNICA (1 Ts 1.1-3)

A chama do zelo e do fervor espiritual (v.1). O apóstolo Paulo identifica os destinatários da epístola como “a igreja dos tessalonicenses”. Ele difere no endereçamento quando diz “dos tessalonicenses”, e não “aos” tessalonicenses, indicando que aquela igreja tinha identidade própria. Ou seja, desde o seu nascimento, o zelo e o fervor espiritual daqueles cristãos era uma marca que os caracterizava.

A chama da fé ativa (v.3). Aqui vemos que a igreja creu e desenvolveu uma fé dinâmica e crescente: “a vossa fé cresce muitíssimo” (2 Ts 1.3). Nesse texto, estão três grandes virtudes do cristianismo: fé, amor e esperança. A expressão “obra da vossa fé” (v.3) não se contrapõe à justificação pela fé. Essa “obra” não é um ato de justiça que justifica o homem diante de Deus (Is 64.6; Ef 2.8,9). Na verdade, a “obra da fé” se refere ao desempenho espiritual do cristão, pela fé, depois de salvo.

A chama do amor em ação. “Trabalho do vosso amor” (v.3). Não se trata de amor filantrópico, mas do amor gerado pelo Espírito Santo, como “fruto do Espírito” (Gl 5.22). Não é apenas de “um ato de amor”, mas do trabalho contínuo a favor do evangelho de Cristo.

A chama da esperança. A frase “paciência da esperança” (v.3) tem a ver literalmente com: “resistência, constância ou perseverança da esperança”. Só tem essa esperança quem sabe esperar em Deus. Aquela igreja enfrentou perseguições e adversidades, no entanto, o apóstolo a elogia pela capacidade que teve em manter acesa a chama da esperança. É nas adversidades que devemos manter a esperança, pois temos realmente o que esperar, segundo as promessas de Deus: “Fiel é o que prometeu” (Hb 10.23).

 
Os crentes da igreja de Tessalônica adquiriram qualidades importantes para a vida espiritual, a saber: tiveram a fé fortalecida na tribulação (cf. 1.6); viveram a prática do amor cristão (cf. 1 Ts 3.6); experimentaram a “paciência da esperança”.


 MANTENDO A CHAMA DO AVIVAMENTO ACESA

A chama inicial deve permanecer acesa (1 Ts 2.1). Afirma o apóstolo: “bem sabeis que a nossa entrada para convosco não foi vã”. Ele queria saber do resultado de todo trabalho pioneiro que ali fora realizado com muito sacrifício. Graças a Deus, o trabalho realizado não tinha sido inútil. O resultado era patente na vida daqueles irmãos. A igreja precisa manter acesa a chama do “primeiro amor”.

A chama da pregação precisa ser reavivada (1 Ts 2.13). O evangelho tem sido pregado com abnegação e fervor? Lamentavelmente, o que mais se vê são pregadores e mestres presunçosos, vaidosos, gananciosos e trapaceiros, que apesar de na aparência não demonstrarem nada disso, revelam-se nas atitudes. Aquele espírito amoroso e sacrificial que deve permear a mente e o coração dos pregadores, parece ter desaparecido. O evangelho como Paulo pregava era eficaz. A mensagem que aqueles crentes recebiam era a própria Palavra de Deus (v.13). Por isso, tornavam-se imitadores das igrejas de Deus (v.14). No versículo 20, Paulo fala de sua alegria pelos frutos resultantes de seu ministério para Deus, pois a igreja de Tessalônica era, de fato, a sua glória e alegria, na presença de Deus.


Quando a Igreja mantém acesa a chama do primeiro amor, os crentes são conduzidos à evangelização, produzindo muitos frutos.


A CHAMA DO AVIVAMENTO E A VOLTA DO SENHOR (1 Ts 4.13-18)

A chama da pureza moral (1 Ts 4.1-12). Paulo sabia que, enquanto a Igreja aqui estivesse, seus membros estariam sujeitos às tentações e pecados na sua vida cotidiana. Por isso, no texto bíblico acima mencionado, três coisas da vida do crente são tratadas pelo apóstolo: a pureza moral (vv.1-8), o amor fraternal (vv.9,10) e o trabalho honesto (vv.11,12). Quanto à pureza moral, fala da maldita realidade da prostituição em suas várias formas. Esse tipo de pecado da sociedade deve ser totalmente rejeitado por um crente que ama ao Senhor (1 Ts 4.1,2). O “amor fraternal” é o tipo de relacionamento que deve ser cultivado pelo cristão (1 Ts 4.9,10). Sobre a prática do trabalho honesto, devemos evitar atitudes que desabonem nossa conduta ou que representem engano, negligência e irresponsabilidade em nossas atividades diárias, sejam elas quais forem (1 Ts 4.11,12).

Corrigindo conceitos equivocados (4.13). Paulo soubera que entre os cristãos de Tessalônica propagavam-se equívocos doutrinários referentes à situação dos mortos em Cristo e acerca da volta do Senhor. A liderança da igreja tem a responsabilidade de esclarecer doutrinariamente os enganos dos crentes, bem como seu desconhecimento das doutrinas vitais da Bíblia. Foi justamente o que Paulo fez: “Não quero que sejais ignorantes acerca dos que dormem” (v.13).

A verdade acerca do estado dos mortos (1 Ts 4.14-17). A Bíblia ensina que, num determinado momento da sua vinda, o Senhor voltará apenas para a sua Igreja, constituída pelos vivos e pelos mortos em Cristo. Nesta fase, Jesus virá até as nuvens, e ouvida a voz de convocação para os santos (v.16), os “mortos em Cristo” ressuscitarão primeiro, e num “abrir e fechar de olhos” (1 Co 15.51), subirão ao encontro do Senhor nos ares. Os vivos ouvirão, em seguida, a chamada do Senhor, e já transformados do seu estado material para o espiritual, subirão ao encontro do Senhor, juntamente com os que foram ressuscitados (v.17).


A Igreja avivada espera, a qualquer momento, a volta de Jesus em santidade, pois sem santificação ninguém verá o Senhor. Somente os santos serão arrebatados.


CONCLUSÃO

Nesta lição, destacamos o fato de que todos os valores doutrinários da Bíblia continuam tão atuais quanto foram no passado. O papel da Igreja, hoje, é manter acesa a chama do avivamento espiritual para preservar os ensinos e valores bíblicos.

“Por que precisamos de avivamento contínuo"

Uma igreja sem renovação espiritual constante cai na rotina, isto é, fica parada no tempo, no espaço e no trabalho. Ela pode até trabalhar, mas não avança, não progride, porque algum fruto que surja é destruído pelas contendas, inveja, ganância, desunião e outras obras da carne. Tal igreja não resiste, nem supera as rápidas mutações de comportamento da sociedade ímpia ao seu redor.

Tal igreja, ainda, perde a guerra espiritual contra a ‘carne’ e as potestades do mal (Gl 3.3; 5.17). O crente regenerado pelo Espírito Santo precisa também manter-se renovado pelo mesmo Espírito Santo (Tt 3.5; 2 Co 4.16). O avivamento espiritual não é só ter o fogo e o calor do Espírito Santo; é preciso continuar a avivar a chama do fogo espiritual (2 Tm 1.6 — lit., ‘aviva de novo a chama viva do fogo’).

As palavras do evangelista Billy Graham, em seu sermão, três dias após os atentados terroristas contra os Estados Unidos: ‘Prostemo-nos perante Deus, humilhados, contritos, arrependidos, confessando os nossos pecados como cristãos, para que venha sobre nós um avivamento celestial’. Precisamos de avivamento contínuo da parte do Senhor, para que sejamos vencedores. Somente um real e contínuo avivamento é capaz de restringir, deter e neutralizar na igreja a atual avalanche de secularismo, de mundanismo, de comodismo, de conformismo, de transigência com o erro, com o pecado e com o mal.

Segundo o modelo bíblico, o reavivamento resulta em santidade do crente em toda a sua maneira de viver (1 Pe 1.15). Se um avivamento não resultar nisso — nessa mudança de vida —, tudo não passará de mero entusiasmo, mecanicismo e emoção, como acontece com certos ‘avivamentos’ orquestrados pelos homens. O avivamento sob Esdras e Neemias, nesse sentido, obteve grandioso resultados (Ne 8; 9.1-38).

A santificação deve ocorrer em ‘todo o vosso espírito, e alma, e corpo’, conforme lemos em 1 Tessalonicenses 5.23. Isso significa que devemos ser santos em nosso viver, e em nossa conduta — isto é, em nosso caráter, inteiramente —, e em nosso proceder, externamente. Mantenhamo-nos, pois, separados do mundo pecaminoso.

Preparemos, pois, ‘o caminho do Senhor’ para o avivamento — ou reavivamento — celestial, como proclamou João Batista (Jo 3.3)”.
(GILBERTO, A. Verdades Pentecostais. RJ: CPAD, 2006, p. 26, 27 e 89.)

APLICAÇÃO PESSOAL


Prezado professor, como já é do seu conhecimento, no passado Deus levantou alguns homens para trazer o avivamento espiritual para o seu povo. O Senhor não mudou. Hoje, em tempos de pós-modernismo, o Todo-Poderoso continua a levantar e a usar homens (“os homens são o método de Deus”) para que a chama do avivamento continue a arder em sua Igreja. Somente uma Igreja avivada poderá cumprir integralmente sua missão nesta Terra. Então, que você possa se colocar inteiramente nas mãos do Pai, orando como fez o profeta Habacuque: “Aviva, ó Senhor a tua obra no meio dos anos” (Hc 3.2).

Fonte: Lições Bíblicas, 1º trimestre de 2007 - A Igreja e a sua missão


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Igreja Primitiva

Igreja Primitiva
É interessante ver muitos pregadores reivindicando para suas denominações status de "Igreja Primitiva". É uma forma de aproximar a realidade de hoje, completamente desvirtuada de cristianismo verdadeiro, dos dias em que Jesus Cristo e os seus apóstolos caminhavam sobre a terra. Cheira a autenticidade. Mas a história não é bem assim. Aliás, passa longe disso. Senão vejamos o texto acima citado, que retrata de forma clara e objetiva o que era de verdade a primeira igreja cristã da história da humanidade. 

1. A DOUTRINA DOS APÓSTOLOS. Quando a Bíblia usa termo, obviamente quer se dirigir à Palavra de Deus e à revelação de Jesus Cristo como Senhor e Salvador, e nem uma palavra a mais. Observe a pregação de Pedro no dia de Pentecostes. Ele citou textos de Joel, Salmos e completou com o evangelho da salvação. Foi mais do que suficiente. Romanos 10.17 diz claramente que a fé vem pelo ouvir, e ouvir a Palavra de Deus. Isso implica que na igreja de Deus não há espaço para a pregação de modismos e tradições. Aliás, a defesa da tradição sempre foi algo que pertenceu à Igreja Católica Apostólica Romana, mas que de repente invadiu as igrejas evangélicas, que hoje defendem suas tradições, muitas vezes anti-bíblicas, para manter seus usos e costumes. São as famosas doutrinas de homens. Isso não existia na igreja primitiva. Sua igreja é assim? 

2. A COMUNHÃO. Cristo sempre ensinou sua igreja a andar unida. Eclesiastes 4.9-12 "Melhor é serem dois do que um (...), se um cair, o outro levanta seu companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante. Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão. O cordão de três dobras não se rompe tão depressa.". O que se vê hoje é o contrário, o prevalecente do eu, do individualismo. Isso não existia na igreja primitiva. Sua igreja é assim? 

3. O PARTIR DO PÃO. Virou piada. O que Cristo demonstrou como sinal de integração se perdeu no tempo. Nosso Senhor gostava de ver as pessoas se alimentando, e não só de alimento perecível, mas também da Palavra, do Pão vivo que desceu do céu. "Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus." (Mateus 4.4). O partir do pão, algo tão corriqueiro na igreja de Jerusalém, nos dias de hoje resume-se a rodinhas de amigos, as famosas "panelinhas". Integração é coisa estranha no meio dos crentes. Acabou ou culto, tchau, até domingo que vem. Isso não existia na igreja primitiva. Sua igreja é assim?
4. ORAÇÕES. Dos males o menor. Parece que da herança da verdadeira igreja cristã, a prática da oração é a única coisa que tem resistido ao tempo. É certo que se isso também tivesse sido desvirtuado, não haveria mais igreja na face da terra. Convém ressaltar também, por outro lado, que de todos os aspectos citados no texto que compunham a igreja de Atos, a oração é o mais pessoal deles, não exigindo, a grosso modo, "interatividade" entre os cristãos. Sua igreja é assim? 

Observe que não eram ações esporádicas. O texto é claro em dizer que eles PERSEVERAVAM nisso tudo. E este foi sem dúvida o segredo de serem abençoados: PERSEVERAR (Mateus 10.22) "Aquele que perseverar até o fim será salvo." 

Além disso, em Atos 2.46 diz "perseveravam unânimes TODOS OS DIAS no templo. Que vergonha! Queremos ser a igreja primitiva dos dias atuais, mas reclamamos de estar nos cultos mais do que duas ou três vezes por semana. Tem gente que diz que mais do que isso é um exagero. Tem uns rebeldes que vão mais longe e afirmam que "não é preciso estar na igreja, posso fazer meu culto na minha sala de jantar!". Sabe como Deus respondeu aos apóstolos? Atos 2.47 diz "E todos os dias acrescentava o Senhor a igreja aqueles que iam sendo salvos." 



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

IMPUREZA – SEPARAÇÃO DO CRENTE

 A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE

2Co 6.17,18 “Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso”.

O conceito de separação do mal é fundamental para o relacionamento entre Deus e o seu povo. Segundo a Bíblia, a separação abrange duas dimensões, sendo uma negativa e outra positiva:

(a) a separação moral e espiritual do pecado e de tudo quanto é contrário a Jesus Cristo, à justiça e à Palavra de Deus;
(b) separar-se para DEUS - acercar-se de Deus em estreita e íntima comunhão, mediante a dedicação, a adoração e o serviço a Ele.

(1) No AT, a separação era uma exigência contínua de Deus para o seu povo (Lv 11.44; Dt 7.3; Ed 9.2 – separar-se dos cananeus). O povo de Deus deve ser santo, diferente e separado de todos os outros povos, a fim de pertencer exclusivamente a Deus. Uma principal razão por que Deus castigou o seu povo com o desterro na Assíria e Babilônia foi seu obstinado apego à idolatria e ao modo pecaminoso de vida dos povos vizinhos (ver 2Rs 17.7,8; 24.3; 2Cr 36.14; Jr 2.5, 13; Ez 23.2; Os 7.8).

(2) No NT, Deus ordenou a separação entre o crente e:

(a) o sistema mundial corrupto e a transigência ímpia (Jo 17.15,16; 2Tm 3.1-5; Tg 1.27; 4.4);
(b) aqueles que na igreja pecam e não se arrependem de seus pecados (Mt 18.15-17; 1Co 5.9-11; 2Ts 3.6-15); e
(c) os mestres, igrejas ou seitas falsas que aceitam erros teológicos e negam as verdades bíblicas (ver Mt 7.15; Rm 16.17; Gl 1.9; Tt 3.9-11; 2Pe 2.17-22; 1Jo 4.1; 2Jo 10,11; Jd vv.12,13).

(3) Nossa atitude nessa separação do mal, deve ser de:

(a) ódio ao pecado, à impiedade e à conduta de vida corrupta do mundo (Rm 12.9; Hb 1.9; 1Jo 2.15), (b) oposição à falsa doutrina (Gl 1.9),
(c) amor genuíno para com aqueles de quem devemos nos separar (amar os inimigos, Jo 3.16; 1Co 5.5; Gl 6.1; cf. Rm 9.1-3; 2Co 2.1-8; 11.28,29; Jd v. 22) e
(d) temor de Deus ao nos aperfeiçoarmos na santificação (7.1).

(4) Nosso propósito na separação do mal, é que nós, como o povo de Deus,

(a) perseveremos na salvação (1Tm 4.16; Ap 2.14-17), na fé (1Tm 1.19; 6.10, 20,21) e na santidade (Jo 17.14-21; 2Co 7.1);
(b) vivamos inteiramente para Deus como nosso Senhor e Pai (Mt 22.37; 2Co 6.16-18) e
(c) convençamos o mundo incrédulo da verdade e das bênçãos do evangelho (Jo 17.21; Fp 2.15).

(5) Quando corretamente nos separarmos do mal, o próprio Deus nos recompensará, acercando-se de nós com sua proteção, sua bênção e seu cuidado paternal.
Ele promete ser tudo o que um bom Pai deve ser. Ele será nosso Conselheiro e Guia; Ele nos amará e de nós cuidará como seus próprios filhos (6.16-18).

(6) O crente que deixa de separar-se da prática do mal, do erro, da impureza, o resultado inevitável será a perda da sua comunhão com Deus (6.16), da sua aceitação pelo Pai (6.17), e de seus direitos de filho (6.18; cf. Rm 8.15,16).

(Bíblia de Estudos Pentecostal - CPAD)

Crucificando a Carne (Gálatas 5:19-21)

A carta de Paulo aos gálatas ataca com força a doutrina falsa que alguns cristãos judeus estavam ensinando, pela qual tentavam obrigar os cristãos a obedecer a lei que Deus havia dado aos israelitas, no Velho Testamento. Ele demonstra efetivamente que nossa justificação é pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei de Moisés. Os primeiros quatro capítulos do livro apresentam e defendem seus argumentos para mostrar que não somos escravos sob a velha lei, mas livres em Cristo. Em Gálatas 5:1, ele faz este forte apelo: "para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão."

Paulo faz, então, uma transição dos argumentos doutrinários contra este erro de alguns irmãos judeus, para os argumentos práticos que todos podemos e devemos aplicar em nossas vidas. Pondo de lado a lei do Velho Testamento, ele continua dizendo: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor" (Gálatas 5:13). Este contraste entre nossa liberdade em Cristo e a escravidão à carne é desenvolvido nos versículos finais do capítulo 5, onde ele mostra que devemos andar no Espírito e recusarmo-nos a satisfazer os desejos pecaminosos de nossa carne. Ele nos diz que estamos em uma guerra que o Espírito deve vencer. Para ajudar-nos a ser vitoriosos, ele enumera as obras da carne e coloca-as em contraste direto com o fruto do Espírito. Vai nos ajudar a vencer o inimigo dos desejos carnais se considerarmos cuidadosamente esta lista e o significado das palavras que Paulo emprega.

As Obras da Carne (Gálatas 5:19-21)

Muitos dos pecados listados aqui são semelhantes, portanto, pode ajudar em seu entendimento se os considerarmos em grupos.

Pecados de Impureza Sexual

Prostituição (19) é um termo amplo, que descreve relações sexuais ilícitas. Sua origem, como pode ser entendida pela tradução comum, "prostituição", vem de uma palavra que descrevia "amor" que pode ser comprado e vendido, onde uma pessoa é usada e descartada. Em vez de restringir as relações sexuais como Deus tencionava (somente a um casamento legal, por toda a vida, de um homem com uma mulher, Gênesis 2:24; Hebreus 13:4), aqueles que praticam a prostituição fazem do sexo uma paixão carnal barata e vazia.

Impureza (19) significa basicamente sujeira. Ela fala da impureza que corrompe a moralidade e a alma de uma pessoa. Ela pode ser usada para falar de impureza religiosa, mas também veio a significar corrupção moral. Esta impureza separa uma pessoa de Deus, que é puro e santo.

Lascívia (19) sugere um amor ao pecado, de quem perdeu sua vergonha e imprudentemente viola a lei de Deus. É normalmente usada para falar de tal atitude para com os pecados sexuais.
Pecados de Impureza Espiritual e Religiosa

Idolatria (20) é, essencialmente, a adoração de uma criatura quando deveríamos adorar somente o Criador. É, assim, uma rejeição de Deus e de sua posição de autoridade e honra. Pode ser cometida na adoração a imagens (Romanos 1:19-23) ou na exaltação e na busca de coisas materiais (Mateus 6:24; Colossenses 3:5). Pode levar a doenças e mortes como em Rm1, pelo abandono de DEUS.

Feitiçaria (20) vem da mesma raiz que a palavra "farmácia". Ela, originalmente, se referia a drogas medicinais, e com o passar do tempo veio a ser associada com o abuso de drogas e, finalmente, com o abuso de drogas em bruxaria e feitiçaria.
Pecados Contra Outras Pessoas

As obras da carne incluem oito palavras que se referem a conflitos e divisões entre pessoas, por causa de atitudes egoístas e pecaminosas, que destroem as relações pessoais. Estes pecados têm destruído muitas amizades, famílias e igrejas, e têm que ser vencidos para se andar no Espírito.

Inimizades (20) é uma palavra comum para descrever a separação entre inimigos. É a mesma palavra que Paulo usou em outro lugar para falar da separação de Deus (Romanos 8:7), ou a divisão entre os judeus e os gentios que foi removida pelo sacrifício de Cristo (Efésios 2:14-16). Os cristãos têm que amar seus inimigos, e não podem imitar ao ódio do mundo (Mateus 5:43-48).

Porfias (20) são o comportamento que resulta da atitude de inimizade. Esta palavra descreve debates, disputas e lutas que freqüentemente ocorrem quando pessoas estão preocupadas, de modo egoísta, em proteger seus próprios interesses.
Ciúmes (20) é uma palavra que fala do medo de perder alguma coisa, que leva a conflitos com outros e até mesmo a ressentimento e ódio a outras pessoas.

Iras (20) é uma palavra forte que descreve a fúria e o impulso violento contra coisas ou pessoas que nos ofendem. É, freqüentemente, vista na tendência de pessoas a reagirem quando se sentem lesadas. Em contraste, Paulo disse que não temos que procurar vingança, mas devemos deixar a Deus o exercício da justiça (Romanos 12:19-21).

Discórdias (20) descrevem as dissensões que resultam de ambições egoístas. É uma palavra política que descreve a campanha partidária pela honra e posição. Tal política não tem lugar entre os servos de Cristo. Paulo disse que a solução para tais conflitos é imitar a atitude altruísta e sacrificial de Cristo (Filipenses 2:1-8).

Dissensões (20) descrevem as divisões que resultam quando as pessoas satisfazem seus próprios desejos em vez de buscar agradar ao Senhor. Para evitá-las, precisamos basear nossa unidade na palavra de Deus (1 Coríntios 1:10) e no exemplo que Jesus nos deu (João 17:20-23).

Facções (20) são seitas ou partidos. Os primeiros três capítulos de 1 Coríntios mostram que tais seitas não deveriam existir na igreja do Senhor. Não devemos seguir as várias doutrinas humanas que dividem o mundo religioso, mas devemos nos unir a Cristo e com aqueles que o seguem fielmente.

Invejas (21) são similares aos ciúmes. Os ciúmes resultam do temor de perder algo que alguém já tem; as invejas são o ódio e o ressentimento que uma pessoa sente quando outros prosperam ou possuem o que ele não tem.
Pecados que Demonstram Falta de Autodomínio

Bebedices (21), ou embriaguez, é um problema que tem afligido as sociedades desde os tempos antigos. O abuso do álcool, com todos os seus feios resultados de mortes desnecessárias, lares desfeitos, esposas e filhos maltratados, etc., continua a ser uma das mais comuns obras da carne. Ela não tem lugar na vida de uma pessoa que está verdadeiramente sob o comando de Deus.

Glutonarias (21) é uma palavra que nos recorda que o excesso, mesmo em coisas que não são inerentemente más, pode ser errado. Não é errado comer, mas comer sem se conter é errado. A pessoa que não pode recusar comida não está mostrando o autodomínio que Deus exige de nós, é glutão.

E Coisas Semelhantes

Esta não é uma lista completa de todos os pecados possíveis que uma pessoa pode cometer. Paulo está simplesmente dando exemplos para ilustrar a diferença entre a pessoa que é governada pelo Espírito e aquela que é uma escrava das paixões carnais. Ele nos está desafiando a retirar estas coisas de nossas vidas para que possamos viver e andar no Espírito.

A Conseqüência do Servir à Carne

Paulo não deixa dúvida em seu comentário final, no versículo 21: ". . . a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam". Há uma ligação inegável entre nossa conduta e nossa salvação eterna. A pessoa que não permite ao Espírito mudar totalmente sua vida e remover tal carnalidade não receberá o prêmio de um lar eterno com Deus. Devemos ser transformados de dentro para fora (Romanos 12:1-2).

Fonte: Revista Discipilado 2, CPAD, Lição 4


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Catolicismo: A Bíblia é a autoridade única?

Quem é a Autoridade Final?

Antes de começar a examinar as doutrinas Católicas Romanas específicas, devemos determinar quem é a autoridade final.

Aqui encontramos nossa primeira grande discrepância. A Bíblia declara que ela é a única e final autoridade, enquanto o Catolicismo ensina que existem três autoridades finais. O Catecismo da Igreja Católica, de 1994, declara:

"Fica, portanto, claro que segundo o sapientíssimo plano divino, a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja estão de tal modo entrelaçados e unidos, que um não tem consistência sem os outros, e que juntos, cada qual a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas." Catecismo da Igreja Católica (1994)

De acordo com esta passagem, as Escrituras, a Tradição da Igreja (ensinos entregues através dos tempos), e o Magistério (a tarefa de dar uma autêntica interpretação da Palavra de Deus) são de igual importância. Ver também  De acordo com a doutrina Católica, a Tradição da Igreja e o Magistério são tanto a Palavra de Deus como as Escrituras escritas.

"A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus enquanto é redigida sob a moção do Espírito Santo. Quanto à Sagrada Tradição, ela "transmite integralmente aos sucessores dos apóstolos a palavra de Deus confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito Santo aos apóstolos, para que, sob a luz do Espírito de verdade, eles por sua pregação fielmente a conservem, exponham e difundam."  Catecismo da Igreja Católica (1994)

A questão óbvia é o que acontece quando estas três "autoridades finais" discordam entre si. O Catecismo dá a resposta:

"O ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo, isto é, aos bispos em comunhão com o sucessor de Pedro, o bispo de Roma." Catecismo da Igreja Católica (1994)

É importante notar que quando o Catecismo explica que a tarefa de interpretar a Palavra de Deus foi confiada à "Igreja", está se referindo exclusivamente à Igreja Católica Romana. Esse é o caso através de todo o Catecismo. "A Igreja" refere-se sempre à Católica Romana.

O Catecismo repete a mesma doutrina, usando palavras diferentes:

"É dever dos exegetas esforçar-se, dentro dessas diretrizes, por entender e expor com maior aprofundamento o sentido da Sagrada Escritura, a fim de que, por seu trabalho como que preparatório, amadureça o julgamento da Igreja. Pois todas estas coisas que concernem à maneira de interpretar a Escritura estão sujeitas em última instância ao juízo da Igreja, que exerce o divino mandato do ministério de guardar e interpretar a Palavra de Deus." Catecismo da Igreja Católica (1994)

Por conseguinte, o Catecismo conclui que a única autoridade final não é a Bíblia, mas o ensino em voga da Igreja Católica, uma vez que ela é a única qualificada para prover a "interpretação autêntica" da Palavra de Deus.

Mas a Bíblia concorda?

Se a Bíblia, a Tradição e os ensinos da Igreja Católica são todos, de fato, a Palavra de Deus, então a Bíblia vai concordar com este ensino. Infelizmente, para o Catolicismo, não é assim. De fato, é realmente o contrário. Deus declara na Bíblia que Sua Palavra escrita sempre tem sido e sempre há de ser - perfeita:

"As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre." Salmo 119:160

"As palavras do Senhor são palavras puras, prata refinada em cadinho de barro, depurada sete vezes. Sim, Senhor, tu nos guardarás; desta geração nos livrarás para sempre." Salmo 12:6-7

A Bíblia declara audaciosamente que ela é a única autoridade final.

"Santificados na verdade; a tua palavra é a verdade." João 17:17

No Livro de Apocalipse, Deus entrega esta afiada admoestação contra quem rasurar sua Palavra escrita:

"Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhes acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer cousa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa, e das cousas que se acham escritas neste livro." Apocalipse 22:18-19

O Apóstolo Paulo avisa aos leitores da Bíblia como deveriam reagir contra os que ensinam doutrinas contrárias à Palavra de Deus escrita:

"Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes, afastai-vos deles, porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim, ao seu próprio ventre, e, com suaves palavras e lisonjas enganam o coração dos incautos." Romanos 16:17-18

Paulo adverte os crentes verdadeiros a evitar qualquer pessoa que ensine doutrinas contrárias às escritas nas Escrituras. Ele também revela as conseqüências de crer em tais ensinos falsos:

"Mas ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue (outro) evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema." Gálatas 1:8

Em seguida Paulo repete imediatamente:

"Assim como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega (outro) evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema." Gálatas 1:9

Assim, quando a doutrina Católica contradiz a Palavra de Deus escrita, aqueles que vão de encontro às Sagradas Escrituras são amaldiçoados.

O autor de Provérbios entrega a mesma dura advertência a qualquer um que se atreva a mudar a Palavra de Deus escrita:

"Toda Palavra de Deus é pura; ela é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso." Provérbios 30:5-6

A Palavra de Deus permanece para sempre!

Deus diz que sua Palavra foi escrita uma vez, a fim de permanecer para sempre.

"Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu." Salmo 119:89

"A palavra do Senhor, porém permanece eternamente..." 1 Pedro 1:25

"....a palavra de nosso Deus permanece eternamente." Isaías 40:8

"Pois fostes regenerados, não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente." 1 Pedro 1:23

A Palavra de Deus é perfeita!

A Palavra de Deus não pode ser mudada, porque ela é perfeita em todo sentido:

"A Lei do Senhor é perfeita e restaura a alma..." Salmo 19:7

O Catolicismo proclama que somente o líder da Igreja Católica pode interpretar devidamente a palavra escrita, mas a Bíblia discorda:

"...nenhuma profecia da Escritura provém de particular interpretação. Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens santos falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo." 2 Pedro 1:20-21

Onde Deus quer que seu povo obtenha sua doutrina... de um padre - ou da Bíblia?

"Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça." 2 Timóteo 3:16

Paulo não faz alusão alguma ao Magistério ou à Tradição da Igreja, pois o verso anterior diz:

"E que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus." 2 Timóteo 3:15

Desde que a Igreja Católica ainda não existia quando Paulo escreveu estas palavras, ele não poderia estar se referindo aos ensinos do Catolicismo.

Deus repartiu sua autoridade?

Como estes e centenas de outros versos deixam claro, Deus jamais deu a alguém autoridade para acrescentar ou mudar Sua Palavra. Ela é perfeita e completa, exatamente como ele a escreveu.

Uma das primeiras questões que você deve responder para você mesmo é: Deus violaria todas estas Escrituras só para dar ao Papa e à Igreja Católica o direito de mudar Sua Palavra, embora Ele tenha dito que jamais o faria?

Os Fariseus

Enquanto Jesus estava na terra ele publicamente hostilizava os Fariseus, líderes religiosos do seu tempo:

"E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens..."
Marcos 7:7-8

Jesus estava aborrecido porque os Fariseus tinham colocado suas tradições acima da Palavra de Deus, porque Ele sabe que a Palavra de Deus conduz o povo à vida eterna, enquanto as tradições dos homens levam o povo à eterna destruição.

Embora esses líderes religiosos obedecessem todas as regras da sua religião, veja o que Jesus disse que os estava esperando:

"Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?" Mateus 23:33

Quando os Fariseus perguntaram a Jesus porque os seus discípulos transgrediam as tradições dos anciãos, Jesus respondeu-lhes com uma pergunta:

"Porque transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa de vossa tradição?" Mateus 15:3

Jesus sempre colocou as Escrituras acima das tradições:

"Respondeu-lhes Jesus; Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus." Mateus 22:29

A Palavra imutável de Deus tem sido sempre a autoridade final, nunca as tradições dos homens.

"Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo." Colossenses 2:8

Os Cristãos do Novo Testamento sabiam qual era a autoridade final:

"Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez,examinando as Escrituras todos os dias para ver se as cousas eram, de fato, assim." Atos 17:11

Para determinar se o que eles tinham ouvido era verdade aquelas pessoas foram à autoridade final, as Escrituras escritas. Jesus fala de Sua Palavra:

"...Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.Quem não me ama não guarda as minhas palavras..." João 14:23-24

Considere estas palavras do apóstolo Paulo:

"Outra razão ainda temos nós para incessantemente dar graças a Deus; é que tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e, sim, como em verdade é, a palavra de Deus..."
1 Tessalonicenses 2:13

Quando Paulo pregava a Palavra de Deus para aquele povo, não era a doutrina Católica, porque o Catolicismo ainda não existia.

Conclusão

Deus não muda (Malaquias 3:6), porque Ele é perfeito. Seu Filho Jesus não muda (Hebreus 13:8), porque Ele é perfeito. Por que, então, iria a perfeita Palavra de Deus mudar?

Quando você ler o conteúdo deste livro, será forçado a decidir no que você acredita como autoridade final: na Palavra escrita de Deus ou nos ensinos e tradições da Igreja Católica?

Sua decisão se tornará crítica, quando você descobrir que os ensinos do Catolicismo são diametralmente opostos a todas as doutrinas que você examinará.

Você vai ficar do lado da Palavra de Deus ou das tradições dos homens?

"Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão." Mateus 24:35

Nota: Uma vez que as Escrituras escritas estabelecem plenamente que elas são a única Palavra de Deus, o que for escrito neste livro como Palavra de Deus estará sempre se referindo à Palavra escrita de Deus somente, e não às Tradições e ao Magistério da Igreja Católica.

"...Seja Deus verdadeiro e mentiroso todo homem..." Romanos 3:4

Confusão: Doutrina Católica ou Bíblia

Após estudar o Catecismo, nesta edição mais recente, não se pode deixar de notar várias diferenças principais entre a doutrina Católica e a Bíblia.

Primeiro e mais importante é que ambos ensinam consistentemente doutrinas conflitantes. A afirmação do Catecismo de que a Bíblia e a tradição Católica trabalham em conjunto para promover a salvação das almas simplesmente não é verdade.

Segundo, o Catecismo contém uma lista interminável de regras sempre complicadas e confusas, as quais os Católicos devem seguir, a fim de agradar sua Igreja.

A Bíblia, por outro lado, é simples, direta, consistente e fácil de se entender. Aqui temos um exemplo:

Quem vai para o céu?

A Bíblia não poderia ser mais explícita sobre o assunto do destino eterno, sobre o que se espera num tópico tão importante:

"Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida; mas sobre ele permanece a ira de Deus." João 3:36

Aqui está outro exemplo. O próprio Jesus pregou:

"Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida." João 5:24

Isto é facílimo de entender. Agora vejamos o que diz o Catecismo sobre este assunto. Aqui temos a passagem exata:

"Com a nossa autoridade apostólica definimos que, segundo a disposição geral de Deus, as almas de todos os santos mortos antes da Paixão de Cristo (...) e de todos os outros fiéis mortos depois de receberem o santo Batismo de Cristo, nos quais não houve nada a purificar quando morreram, (...) ou ainda, se houve ou há algo a purificar, quando, depois de sua morte, tiverem acabado de fazê-lo, (...) antes mesmo da ressurreição nos seus corpos, e do Juízo geral, e isto desde a ascensão do Senhor e Salvador Jesus Cristo ao céu, estiveram, estão e estarão no Céu, no Reino dos Céus, e no paraíso celeste com Cristo, admitidos na sociedade dos santos anjos. Desde a paixão e a morte de nosso Senhor Jesus Cristo, viram e vêem a essência divina com uma visão intuitiva, e até face a face, sem a mediação de nenhuma criatura." P. 288-289, #1023 Catecismo da Igreja Católica (1994)

Quem jamais poderia entender isto?

Por que um conceito tão simples da Bíblia é tornado tão confuso? Claro que Deus deseja que todos entendam como alcançar o céu. Iria um Deus verdadeiro e amoroso fazer regras tão complexas, que ninguém pode entender, para alcançar o céu?

Considere também o seguinte verso da Escritura:

"Porque Deus não é de confusão; e, sim, de paz. Como em todas a igrejas dos santos."
1 Coríntios 14: 33

Se Deus não é o autor desta confusa lista de regras Católicas, então, quem é?

Não seja enganado

A Bíblia sempre nos alerta quanto a sermos enganados pelos que complicam as coisas de Cristo:

"Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente, e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo."
2 Coríntios 11:3

Estaria Deus tentando preveni-lo contra a Igreja Católica? Deus fez sua Palavra simples porque Ele está:

"Não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento." 2 Pedro 3: 9

Deus quer vê-lo no céu. Por isso é que Ele conserva Sua Palavra tão simples

Autor: Rick Jones
Livro: Por Amor aos Católicos Romanos

Fonte: http://www.chick.com/reading/books/0221/0221_auth.asp
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