Os Abençoados

domingo, 21 de novembro de 2010

1ª Conferencia Profética

Tema: "Festa da Colheita" - Gn 26:12


Venha Colher Milagres na sua Vida

Espiritual - Familiar - Financeira - Sentimental - Profissional e Saúde

Preletor: Dr. Edson Mendonça

LOCAL: IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTÉRIO DE MADUREIRA - CAMPO ADMANS

Dias: 03,04,05 de Dezembro de 2010

Rua: Félix Aires, 1582
Água Mineral - Teresina - Piauí

Apoio: Fatema 
Faculdade Teológica Maranata

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O Obreiro de Deus

Os irmãos em geral pensam no obreiro de Deus, como sendo somente aqueles que são chamados por Deus para dar todo o seu tempo à obra de Deus. Sem dúvida eles são obreiros, e é dever deles se preocupar tanto com a salvação de almas, como também em levar ao povo de Deus o conhecimento da Palavra de Deus. Mas, na verdade devíamos ter o conhecimento de que cada pessoa salva, é um servo de Deus, pertence ao Reino de Deus e devia se preocupar com a expansão deste reino.

Quando o Senhor curou a sogra de Pedro, nós lemos que ela levantando-se passou a servi-los (Marcos 1: 31), esse é um quadro do que acontece na vida do pecador enfermo, ele é curado pelo Senhor, é salvo, deve ser o desejo dele servir ao Senhor que tamanha bênção lhe deu.

O que temos visto é que no início de uma vida cristã, há ânimo, interesse, aquela vontade de levar o conhecimento de Cristo a outros, mas com o passar dos tempos o obreiro que agora tem mais conhecimento, é tomado pelo desânimo, ao invés de sair para distribuir literatura, fazer uma visita, convidar pessoas para as reuniões, não o faz. Começa faltar às reuniões, trazendo um prejuízo enorme para a igreja local, e ninguém pode aconselhá-lo, pois se fizer, ele logo abandona a igreja local, que é seu lar espiritual, onde ele nasceu, e cresceu, e onde ele deve servir ao Senhor Jesus.

Seria muito bom se pudéssemos seguir o exemplo dos primeiros membros da igreja do Senhor. Quando veio a perseguição à igreja em Jerusalém, os crentes foram dispersos com exceção dos apóstolos. Note como eles agiam: “Entrementes, os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra” (Atos 8: 4). Os apóstolos não fugiram de Jerusalém, mas os crentes que fugiram é que pregaram a palavra por toda parte aonde iam. Isso mostra a nós que à vontade de Deus é que cada salvo seja um servo no campo. Se entendermos isso vamos nos dispor para fazer o serviço de Deus, e muitas almas serão alcançadas, e o povo de Deus vai ser edificado. Eu gostaria agora de passar a considerar a advertência do Senhor Jesus neste assunto:

E lhes fez a seguinte advertência: A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara (Lucas 10:2).

A Seara é Grande

A primeira advertência do Senhor é em relação à seara, para alguns irmãos a seara é a igreja local, ficam disputando o púlpito, e quando eles não têm muita oportunidade, devido a um número maior de irmãos, ficam aborrecidos. Seria muito bom lembrar que, quando lemos em Mateus 9: 38, o Senhor Jesus e seus discípulos estavam percorrendo as cidades e povoados, então fica claro que a Seara à que Senhor se refere são as multidões sem Cristo. Observe: “Vendo Ele as multidões, compadeceu-se delas... (Mateus 9: 36). Devemos notar que em Lucas o nosso texto está no contexto do envio dos Setenta, que foram, sim, enviados as cidades (Lucas 10:10), mas tinham que pregar nas casas (Lucas 10:5).

De toda forma entendemos que a Seara é sem duvida o mundo perdido que está diante dos nossos olhos. Portanto os obreiros de Deus, tanto os de tempo exclusivo como os demais, precisam erguer os olhos e ver a grande necessidade da SEARA. Quando o Senhor diz:” A SEARA É GRANDE “, será que Ele não está querendo dizer que há serviço para todos? Irmãos quando saímos fora das quatro paredes da casa de oração, há uma imensidão de almas que precisam ser evangelizadas. Um irmão me disse: Quando começamos a sair para as ruas para evangelizar, os problemas entre os irmãos acabaram, que bom, não verdade?

Rogai, pois, ao Senhor da seara...

A segunda advertência do Senhor é em relação aos obreiros.

“... Mas os trabalhadores são poucos”. Pensamos numa lavoura que está madura para a colheita, o proprietário vai em busca de trabalhadores para colher a sua lavoura, mas, não encontra homens e mulheres com disposição para ir ao trabalho, o que vai acontecer? Uma boa parte da sua lavoura vai se perder, por não ter trabalhadores. Meus irmãos, quando o Senhor Jesus Cristo fala que os trabalhadores são poucos, ele não está falando literalmente da lavoura, mas, está se referindo as almas perdidas neste mundo, e que estão em risco de se perderem, isto porque nós não estamos servindo adequadamente ao nosso Senhor, somos pessoas salvas, que por um motivo ou outro nos esquivamos de fazer o trabalho de colher almas para o Reino de Deus.

Rogai, pois...

Na Verdade, nós não podemos contratar trabalhadores para a obra de Deus, pois esta é uma prerrogativa do Senhor ( Mateus 20:1). No entanto o próprio Senhor pede aos seus discípulos que roguem ao Senhor da Seara por mais trabalhadores. Sem dúvida a oração é um recurso à nossa disposição. Quando nós começamos a orar, o despertamento vem, e na maioria das vezes começa com aquele irmão ou irmã que está orando. Eu gostaria de perguntar ao meu querido leitor, quantas vezes neste tempo que já ficou para trás, você orou para que o Senhor enviasse obreiros para sua seara? É tão gratificante, quando vemos uma igreja local que tem vários irmãos que mesmo estando cansados de um dia de trabalho, ainda deixam os seus lares para ir levar a preciosa semente da Palavra, dentro de pouco tempo eles estarão fazendo a colheita de almas preciosas e de grande valor aos olhos de Deus. Seria bom observarmos um detalhe nas palavras do Senhor.

Mande trabalhadores...

O Senhor quer homens e mulheres que enfrentam o trabalho, e todos os que Ele chamou foram homens que no serviço secular se destacavam pela prontidão, iniciativa, coragem, estas virtudes também se destacaram quando eles estavam se dedicando ao serviço na Seara do Senhor. Exemplos: “Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele; ele estava com a duodécima. Elias passou por ele e lançou o seu manto sobre ele (I Reis 19:19). Eliseu estava trabalhando quando o Senhor o separou para ser o sucessor de Elias, e sem dúvida esse homem foi um obreiro consagrado, um homem que desgastou a sua vida no Trabalho do Senhor.

Veja outro exemplo: Respondeu Amós e disse a Amazias: Eu não sou profeta, nem discípulo de profeta, mas boieiro e colhedor de sicômoros (Amós 7:14). Homem simples, mas trabalhador, o tipo de pessoas que Deus precisa na sua obra, podíamos passar um bom tempo escrevendo sobre servos do Antigo Testamento, que eram trabalhadores e que foram usados de modo especial na Seara. No novo Testamento temos homens simples como Pedro e João, homens importantes (aos olhos humanos), como Lucas o Médico, Paulo um homem de grande cultura, mas todos eles foram usados por Deus em sua Seara, porque eram humildes trabalhadores. Seria muito bom, se o povo de Deus pudesse entender isso.

Não podemos deixar de olhar para o Exemplo maior: O SENHOR JESUS CRISTO. O escritor aos Hebreus nos deixa ver que quem iniciou a pregação do evangelho que hoje conhecemos foi o Senhor Jesus Cristo (Hebreus 2:3). Ele era um carpinteiro (Marcos 6: 3), deixou o serviço secular para cumprir o “IDE”, assim, como depois ele ensinou aos apóstolos e a todos nós. Ele chamou no seu tempo vários homens para ajudá-lo na distribuição da Palavra aos corações humanos, estes também deixaram o serviço secular e se dedicaram ao serviço da Seara, homens como Pedro, André, Tiago e João (Marcos 1:16-20). Esses homens tinham um firma de pesca, eram sócios na pescaria, a pescaria era o ganha pão deles, mas deixaram tudo porque o Senhor os chamara à trabalhar na sua Seara.

Podemos ainda falar de Mateus (Mateus 9:9), que deixou um bom emprego no governo, emprego que certamente lhe dava uma certa estabilidade de vida, para seguir o Senhor no serviço da Seara. Uma pergunta: Se eles deixaram o serviço secular, que era o sustento de suas famílias, como eles foram sustentados? O Senhor Jesus Cristo nos deu o exemplo; Ele e seus discípulos foram sustentados com ofertas voluntárias do povo de Deus. Eles tinham uma bolsa onde as pessoas lançavam as suas ofertas (João 13:29; 12:6). Lucas menciona que algumas mulheres prestavam assistência ao Senhor e aos discípulos com os seus bens (Lucas 8:1-3). Paulo também vivia pela fé no Senhor, era sustentado pelo dinheiro de Deus, que o povo de Deus fielmente entregava a Deus, ele faz menção à igrejas que se associavam a obreiros para lhes enviar sustento (Filipenses 4:14). Isso é muito bonito!

É importante notar que ele mesmo fala que a igreja que não contribui para os obreiros é inferior as demais (Pense nisso). Veja: “Porque, em que tendes vós sido inferiores às demais igrejas, senão neste fato de não vos ter sido pesado? Perdoai-me esta injustiça (II Coríntios 12:13). A seara é grande, os obreiros são poucos, e são poucos também os que entendem que devem entregar à obra o que é de Deus, para que os obreiros tenham recursos, tanto para o conforto da família como para as despesas com o evangelismo e a edificação do povo de Deus. Meus irmãos a falha não está no Senhor, Ele não falha, a falha está em nós, vamos abrir os nossos olhos. Faltam obreiros no campo, faltam os recursos, e nós o que vamos fazer? Que Deus em sua graça nos ajude. Amém.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

ATRAINDO A ATENÇÃO DO RESGATADOR

Então ela (Rute) foi e começou a recolher espigas atrás dos ceifeiros. Casualmente entrou justo na parte da plantação que pertencia a Boaz, que era do clã de Elimeleque. (5) Boaz perguntou ao capataz dos ceifeiros: A quem pertence aquela moça? (6) O capataz respondeu: É uma moabita que voltou de Moabe com Noemi.  (7) Ela me pediu que a deixasse recolher e juntar espigas entre os feixes, após os ceifeiros. Ela chegou cedo e está em pé até agora. Só sentou-se um pouco no abrigo. (Rute 2.2-7)

A figura de Rute tipifica a Igreja do Avivamento e cada um de nós, resgatados da nossa vida vazia que tínhamos enquanto ainda éramos estrangeiros quanto à Aliança. Sendo Rute um tipo da Igreja, Boaz, o resgatador, tipifica o Senhor da Seara, Jesus Cristo, o Messias. 

Em Rute 2.1, somos informados de que Boaz era um homem rico e influente. Seu nome significa “filho da força”, inclusive este foi o nome dado a um dos dois pilares de bronze colocados à entrada do templo construído por Salomão.  Há revelações no livro de Rute que nos mostram como devemos ser e agir para atrairmos a atenção e o favor daquele que tem todo o Poder. 
 
Para chamar a atenção do Messias é preciso decidir colherRute, a Moabita, disse a Noemi: vou recolher espigas no campo daquele que me permitir. (Rt 2.2).  Uma nova convertida, recém chegada à Casa do Pão e à Terra do Louvor (Judá), decide sair quase que sem rumo para colher. Era tempo da colheita do trigo e da cevada e muitas pessoas estavam envolvidas nesta tarefa. A Lei previa que os donos dos campos reservassem as extremidades das plantações para que os necessitados buscassem alimentos. Rute saiu na fé que encontraria um lugar onde seria bem recebida para colher a subsistência dela e de sua sogra.
Você já ouviu falar do Vale da Decisão?  O profeta Joel escreveu sobre este “lugar”: Multidões, multidões no vale da Decisão! (Jl 3.14).  Infelizmente, há multidões de crentes que fazem acampamento no vale e nunca decidem ser o que Deus quer que sejam. São indecisos, nunca “descem do muro”. Quem se estabelece no Vale da Decisão não chama a atenção do Messias. 

Rute teria várias desculpas para retardar sua saída para colher. Mas ela foi decidida e por isso chamou foi abençoada pelo Deus de Israel, chamou a atenção do resgatador e alcançou grande prosperidade.

Algumas pessoas na Bíblia tiveram que receber um empurrãozinho de Deus para deixar o Vale da Decisão. Moisés, Gideão, Jeremias... são alguns deles. Moisés e sua baixa estima. Gideão e sua dificuldade de crer na fidelidade de Deus. Jeremias e a desculpa de ser muito jovem e imaturo para a tarefa. As pessoas que atraíram o favor de Deus sobre suas vidas passaram pelo Vale da Decisão e decidiram por obedecer e servir a Chamado de Deus.  Hoje é o dia de você decidir!

            Para chamar a atenção do Messias é preciso ser dedicado. O testemunho do capataz dos ceifeiros de Boaz acerta de Rute impressionou seu patrão: Ela chegou cedo e está em pé até agora. Só sentou-se um pouco no abrigo. (Rt 2.7b).  Rute se mostrou incansável não sabendo que estava sendo observada. Inclusive o livro registra o montante de cevada colhida por ela naquele dia de trabalho. De acordo com Rt 2.17, ela colheu até “entardecer” e depois dedicou-se a debulhar as espigas que apanhara, perfazendo um total de mais de 20 quilos (a medida no original hebraico é em efa, algo em torno de 20 a 40 quilos!).

            A autorização que Rute recebeu de Boaz em 2.8 era para que continuasse a colher em sua propriedade até o final da ceifa. Ela não precisaria colher tanto sabendo que teria liberdade para retornar outros dias e recolher ali seu sustento. Por isso não há como negar que Rute era uma mulher dedicada ao trabalho.

Vivemos hoje o tempo profético da Última Hora, tempo quando precisamos aproveitar ao máximo as oportunidades para fazer a Obra do Senhor. Observe este texto: Aquele que faz a colheita no verão é filho sensato, mas aquele que dorme durante a ceifa é filho que causa vergonha.  (Provérbios 10.5). Hoje é o dia de você assumir o compromisso de ser um Filho Sensato e dedicar-se à colheita. 

O texto fala da vergonha do pai cujo filho dorme durante a colheita. Algumas vezes na Bíblia o verbo “dormir” é sinônimo de “morrer”. Você não pode admitir uma passividade de um defunto em face dos desafios da colheita.
Para chamar a atenção do Messias é preciso se humilharEla inclinou-se e, prostrada, rosto em terra, exclamou: Por que achei favor a seus olhos, ao ponto de o senhor se importar comigo, uma estrangeira? (Rt 2.10).  

Quem se humilha alcança o favor do Senhor. Rute é um exemplo da postura que devemos assumir para atrairmos o favor do Messias sobre nós e sobre nosso povo. Agindo desta forma, decerto os olhares do Senhor nos alcançarão e ouviremos dele a mesma promessa que Rute ouviu do seu resgatador: Agora, minha filha, não tenha medo; farei por você tudo o que me pedir. Todos os meus concidadãos sabem que você é mulher virtuosa. (Rt 3.11).  

O Deus de Israel reserva suas mais preciosas bênçãos para seus servos decididos, dedicados e humildes para realizar sua obra.        

sábado, 6 de novembro de 2010

Conheça a história do Pentecostalismo

Certa vez, a revista Time listou os cem maiores eventos do segundo milênio e colocou o Pentecostalismo em 68o lugar. O Dicionário do Cristianismo na América diz que o Pentecostalismo é “o desenvolvimento mais significativo do Cristianismo no século XX”.

Apesar de muitos considerarem o Reavivamento da Rua Azuza (1906) como o nascimento do Pentecostalismo moderno, o falar em línguas teve lugar em duas reuniões santas anteriores, uma em Topeka, Kansas, em 1901, e a outra em Cherokee County, Carolina do Norte, em 1896.

É difícil dizer qual é a denominação pentecostal mais antiga. A Igreja Santa Unida e a Igreja de Deus (ambas de Cleveland) apontam para raízes pré-pentecostais antes de 1886. a Igreja da Santidade Pentecostal, tem raízes pentecostais antes de 1879, e foi a primeira a adotar uma Confissão de Fé Pentecostal, em 1908.

Os primeiros pentecostais afirmam que o dom de línguas não foi primeiramente o ato de falar línguas celestiais (glossolalia), mas sim, outras línguas humanas (xenolalia). Qual o propósito? Um dos primeiros líderes,Charles Parhem, disse ,“eu senti por anos que nenhum missionário que saía aos campos estrangeiros podia pregar na língua dos nativos, e que se Deus sempre havia equipado seus ministros dessa forma [pela xenolalia], ele podia fazer isso hoje”. Apesar de algumas histórias sobre xenolalia existirem, elas não foram confirmadas.

Muitos dos primeiros pentecostais eram pacifistas. Quando a Primeira Guerra estourou, alguns pentecostais clamaram por um “grande conselho de paz”, onde eles poderiam expor sua oposição contra a guerra. Todas as grandes denominações pentecostais, em algum momento, adotaram uma resolução pacifista.

Os pentecostais têm sido tão rígidos quanto fundamentalistas quanto ao comportamento social. Além de acabar com vícios como o álcool, tabaco, e cinema, eles criticaram as gomas de mascar, os vestidos de manga curta, bebidas leves, e gravatas. No Brasil por muitos anos proibiram seus membros de ver televisão e as mulheres de se maquiarem.

Apesar disso, a maioria dos pentecostais vieram da classe trabalhadora, um movimento que cresceu entre os pobres e pessoas à margem da sociedade. Os primeiros pentecostais ensinaram uma “teologia dos pobres”, interpretando seu notável crescimento como um favor especial de Deus sobre os pobres.

A harmonia racial marcou os primeiros estágios do movimento: o Reavivamento da Rua Azuza foi liderado por um negro, William Seymour, e negros e brancos adoravam a Deus e compartilhavam a liderança da igreja. Como um historiador pentecostal observou: “A fronteira de cor foi lavada no sangue”.

Os pentecostais encontraram ocasião para argumentar e discordar entre si sobre quase todos os assuntos, desde a proibição da carne de porco até a doutrina da Trindade. O resultado: hoje, mundialmente, existem mais de 12 mil denominações pentecostais ou carismáticas.

Existiam muitas mulheres pastoras e pregadoras nos primeiros anos do movimento, e a pentecostal mais conhecida do século XX foi a evangelista Aimee Semple McPherson. Outra pregadora famosa foi Maria Woodworth-Etter, que certa vez argumentou, “este é o tempo para as mulheres deixarem suas luzes brilharem; para exporem seus talentos que foram travados pela ferrugem, e usá-los para a Glória de Deus”.

Para muitos pentecostais, línguas e curas têm sido recursos para grandes finalidades. Como um moderno líder pentecostal colocou,” apesar de todas as suas contradições, os pentecostais não gastam todo seu tempo falando em línguas, eles tem insistentemente tentado trazer pessoas a Cristo”.

A maior igreja pentecostal do mundo está na Coréia do Sul: a Igreja do Evangelho Pleno de Yoido, pastoreada por David Yongii Cho. A igreja tem mais de 800 mil membros. A Assembléia de Deus do Brasil, tem cerca de 15 milhões de adeptos, dividida em várias congregações, diferentemente da igreja coreana, que é concentrada em apenas um templo.

O Pentecostalismo se tornou o grupo cristão de crescimento mais rápido do mundo. Com aproximadamente meio bilhão de adeptos, ele é, depois do Catolicismo romano, a maior tradição cristã.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dízimo e Ofertas

Sou dizimista porque o dízimo é santo (Levítico 27:30-32);
Sou dizimista porque quero ser participante das grandes bênçãos (Malaquias 3:10-12);
Sou dizimista porque amo a obra de Deus, na face da Terra;
Sou dizimista porque Deus é o dono do mundo (Salmos 24:1);
Sou dizimista porque eu mesmo vou gozá-lo na casa de Deus (Deuteronômio 14.22-23);
Sou dizimista porque mais bem aventurado é dar do que receber (Atos 20:35);
Sou dizimista porque Deus ama o que dá com alegria (I Coríntios 9:7);
Sou dizimista porque tudo vem das mãos de Deus (I Crônicas 29.17);
Sou dizimista porque não sou avarento (I Timóteo 6:10);
Sou dizimista porque meu tesouro está no céu ( Mateus 6:19-21);
Sou dizimista porque obedeço a lei de Deus (Atos 5.29);
Sou dizimista porque a benção de Deus é que enriquece (Provérbios 10:22).

Sobre o que foi requerido que os judeus pagassem o dízimo?
A ordem de Deus era de que tudo o que os judeus recebessem dariam o dízimo ao Senhor:

“Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores são do Senhor. Porém se alguém das sua dízimas resgatar alguma coisa, acrescerá o seu quinto sobre ela. No tocante às todas as dízimas de vacas e ovelhas, de tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao Senhor. Não esquadrinhará entre o bom e mal, nem trocará, mas, se em alguma maneira tocar, o tal e o trocado serão santos; não serão resgatados. Estes são os mandamentos que o Senhor ordenou a Moisés, para os filhos de Israel no monte Sinai.” Levítico 27.30-34

Quando alguém por algum motivo gastasse o dízimo, a pessoa teria que acrescentar um quinto sobre o dízimo. Um quinto de 10% é igual a 2%, ou seja acrescentaria 2% do total sobre o seu dízimo. Será que estamos fazendo o mesmo?

Para quem era pago o dízimo?
Os dízimos eram pagos aos Levitas:

“Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão”. Números 18.24

Deus queria que toda a nação fosse sacerdotal:

“E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel” Êxodo 19.6.

Porém por desobedecerem a Deus, Deus levantou a tribo de Levi, para trabalharem como tribo sacerdotal.
Os Levitas não tinham meios de rendas, gados, heranças que lhes assegurassem sustento. Por restarem serviços a tenda da congregação recebia os dízimos dos filhos de Israel:

“Eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo ministério que exercem, o ministério da tenda da congregação”. Números 18.21

Todavia, os Levitas não tinham permissão de ficarem com a totalidade dos dízimos recebidos, mas daquilo que lhes era concebido , eram obrigados a dar uma parte chamada dízimo dos dízimos:

“Também falarás aos Levitas e dir-lhes-ás: quando receberdes os dízimos dos filhos de Israel, que eu deles vos tenho dado em vossa herança, deles oferecereis uma oferta alçada ao Senhor: O Dízimo dos dízimos.” Números 18.26

“E que o sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando estes recebessem os dízimos, e que os levitas trariam os dízimos dos dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro.” Neemias 10.38

Esses dízimos tinham de ser todas as dádivas:

“De todas as vossas dádivas apresentareis toda a oferta do Senhor: do melhor delas, à parte que é sagrada”. Números 18.29

Não podia ser entregue a qualquer pessoa, tinha que ser entregue ao sacerdote Arão:

“Assim também oferecereis ao Senhor uma oferta de todos os vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel e deles dareis a oferta alçada do Senhor a Arão o Sacerdote.” Números 18.28

Para que era o dízimo?
O dízimo, primeiro, era o sustento dos levitas e sacerdotes (quem sabe se as igrejas de hoje, passassem a cuidar mais dos seus pastores e suas famílias), depois para os órfãos e obras sociais:

“Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o SENHOR teu Deus te abençoe em toda a obra que as tuas mãos fizerem.” Deuteronômio 14:29 (Princípio de produtividade ligado ao trabalho)

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” Gênesis 1:26

A palavra tudo (ou toda) aparece, em Gênesis 1.26-31, 11 vezes: (v26= 2, v28=1, v29=3, v30=4, v31=1).

Onde é que os judeus deveriam oferecer seus Dízimos?
Competia-lhes trazer ao lugar que o Senhor vosso Deus escolhesse entre todas as tribos, para ali por o seu nome, Isto é, Jerusalém:

“Mas o lugar que o SENHOR vosso Deus escolher de todas as vossas tribos, para ali pôr o seu nome, buscareis, para sua habitação, e ali vireis.” Deuteronômio 12.5

“Assim diz o Senhor DEUS: Esta é Jerusalém; coloquei-a no meio das nações e das terras que estão ao redor dela.” Ezequiel 5.5

O oferecimento dos dízimos era transformado numa grande festa onde todos participavam:

“E fiz assim, como se me deu ordem; as minhas mobílias tirei para fora de dia, como mobílias do cativeiro; então à tarde fiz, com a mão, uma abertura na parede; às escuras as tirei para fora, e nos meus ombros as levei, aos olhos deles. E, pela manhã, veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, porventura não te disse a casa de Israel, aquela casa rebelde: Que fazes tu? Dize-lhes: Assim diz o Senhor DEUS: Esta carga refere-se ao príncipe em Jerusalém, e a toda a casa de Israel, que está no meio dela. Dize: Eu sou o vosso sinal. Assim como eu fiz, assim se lhes fará a eles; irão para o exílio em cativeiro. E o príncipe que está no meio deles levará aos ombros as mobílias, e às escuras sairá; farão uma abertura na parede para as tirarem por ela; o seu rosto cobrirá, para que com os seus olhos não veja a terra." Deuteronômio 12:7-12

Se Jerusalém fosse longe da vila onde morava o dizimista, o transporte de suas colheitas poderia criar um problema, Deus permitiu que fosse vendido tudo e teriam o dinheiro:

“Certamente darás os dízimos de todo o fruto da tua semente, que cada ano se recolher do campo. E quando o caminho te for tão comprido que os não possas levar, por estar longe de ti o lugar que escolher o SENHOR teu Deus para ali pôr o seu nome, quando o SENHOR teu Deus te tiver abençoado; Então vende-os, e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o SENHOR teu Deus;” Deuteronômio 14:22,24 e 25

O que não podia era deixar de trazer o dízimo. A cada três anos, o dízimo era oferecido na própria terra do dizimista:

“Ao fim de três anos tirarás todos os dízimos da tua colheita no mesmo ano, e os recolherás dentro das tuas portas;” e “Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita no ano terceiro, que é o ano dos dízimos, então os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem;” (Deuteronômio 14:28; 26:12)

Ofertas e Dízimos
O dízimo era obrigatório, a oferta era voluntária:

“Tomai do que tendes, uma oferta para o SENHOR; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao SENHOR: ouro, prata e cobre,” (Êxodo 35:5)

Apesar da Oferta ser alçada, poderia ser estipulada:

“Como também azul, púrpura, carmesim, linho fino, pêlos de cabras, e peles de carneiros, tintas de vermelho, e peles de texugos, madeira de acácia, e azeite para a luminária, e especiarias para o azeite da unção, e para o incenso aromático. E pedras de ônix, e pedras de engaste, para o éfode e para o peitoral.” (Êxodo 35:6,9)

Três tipos de ofertas:
Do homem coisas médias:

“E todo o homem que se achou com azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pêlos de cabras, e peles de carneiro tintas de vermelho, e peles de texugos, os trazia; todo aquele que fazia oferta alçada de prata ou de metal, a trazia por oferta alçada ao SENHOR; e todo aquele que possuía madeira de acácia, a trazia para toda a obra do serviço.” (Êxodo 35.23 e 24)

Da mulher coisas pequenas:

“E todas as mulheres sábias de coração fiavam com as suas mãos, e traziam o que tinham fiado, o azul e a púrpura, o carmesim e o linho fino. E todas as mulheres, cujo coração as moveu em habilidade fiavam os pêlos das cabras.” (Êxodo 35.25 e 26)

Do príncipe coisas grandes:

“E os príncipes traziam pedras de ônix e pedras de engastes para o éfode e para o peitoral, E especiarias, e azeite para a luminária, e para o azeite da unção, e para o incenso aromático.” (Êxodo 35.27 e 28)

Idéias erradas quanto ao dízimo
Não é legalismo (dar o dízimo só pelo peso da lei);
Não é substituto das virtudes cristãs (entregar o dízimo não isenta o crente da prática das grandes virtudes. Em Lucas 11:42): “Mas ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda a hortaliça, e desprezais o juízo e o amor de Deus. Importava fazer estas coisas, e não deixar as outras.”; Jesus repreendeu os Fariseus porque davam os dízimos, mas desprezavam o juízo de Deus.
Não deve se transformar numa carga insuportável, deve ser uma manifestação espontânea.
Não concede poder de barganha (dar o dízimo para Ter privilégios na igreja).
Não nos torna merecedores da graça divina (o dízimo não compra a salvação).

Bênçãos advindas da fidelidade de dizimar
Quatro tipos de demônios são repreendidos:
a) Devorador (Malaquias 3:11);
b) Cortador (Joel 1:4, parte a) ;
c) Migrador (Joel 1:4, parte b), faz viagens periódicas em seu lar);
d) Destruidor (Joel 4.4, parte a).

Teremos respeito pelo de fora (Malaquias 3:12);
Vitória sobre a avareza (Efésios 5.5);
Deus abre o coração para nós (Malaquias)

Malaquias dividido em cinco partes
1) A eleição de Israel como povo de propriedade divina (1:6);
2) Os pecados dos Sacerdotes (1:7 a 2:9);
3) Casamentos com povos estranhos (2:10-16);
4) A esperança do povo (2:17 a 3:6);
5) Violência contra Deus (3:17-12).

A nação estava em crise econômica, seca e fome (Malaquias 3:9-11):

“Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.” (Malaquias 3:9-11)

Não só os filhos de Levi (os sacerdotes) v3, mas também os filhos de jacó (toda a nação) estavam debaixo de maldição por não serem dizimistas v6. O povo estava desviado dos mandamentos de Deus v7a . Deus faz um chamado ao arrependimento, mas o povo achava que não havia necessidade de mudança v7b. Deus passa a mostrar ao povo em que estavam errados.

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