Os Abençoados

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A MANIFESTAÇÃO DO PODER DO ESPÍRITO

A MANIFESTAÇÃO DO PODER DO ESPÍRITO
Texto: Sl:62-11
Intro: A palavra PODER ou VIRTUDE , se origina da Palavra grega DUNAMYS .
Há três palavra portuguesas que são produtos da palavra DUNAMYS : Dinamite,Dinâmico e Dínamo .
O texto diz que o poder pertence a Deus ! Esse poder foi :
= Entregue ao Filho (Jesus )
= Enviado pelo Espírito Santo há Igreja .

1) OS 9 SEGREDOS DO PODER
1. O poder prometido - "Mais recebereis poder "
2. O poder necessitado - " Por que não podemos nós expulsá-lo? "
3. O poder desejado - " Ajuda a minha incredulidade "
4. O poder recebido - " Todos foram cheios do Espírito Santo "
5. O poder utilizado - ! em nome de Jesus... levanta-te e anda"
6. O poder perdido - " ai senhor meu , pois era emprestado "
7. O poder reculperado - " torna a dar-me a alegria da tuasalvação "
8. O poder multiplicado " fazia maravilhas extraordinário "
9. O poder expplicado - " recebereis a virtude (dunamis)

2. A MANIFESTAÇÃO DO PODER DO ESPÍRITO SANTO
= A promessa do poder -Lc;24,49
a. primeiramente feita no AT, Jl:2,28;Is:44,3;Ez:39.29 .
b. Confirmada no NT, At:2,39;1,4;19,1,7
c. Recebida pela Igreja ao longo dos anos; Hb:13,8;Mt;28,20 .
= A visão do poder , Sl:62,11
a. O poder demonstrado na criação ,Gn:1,2;Sl;19,1.
b. O poder demonstrado na História (veja os livros : que quer isso dizer ; o testemunho dos séculos)
c. O poder demonstrado no meio do povo de Deus . Jo:2,1,12.
= O recebimento do poder -At:1,8;Rm:1,16.
a. O poder que salva -Hb:7,25,1:Tm:2,5.
b. O poder que cura , Mc: 16,18.
c. O poder que evangelista, At:1.8.
= A demonstração do poder ,1:Co:2,4.
a. O poder na pregação -1:Co:2,4;Lc;24,48;Jo:15,27.
b. O poder na oração , At: 4,31.16,26.
c. O poder na EXECUÇÃO DA oBRA , lC:13,32 .

Fica na Paz de Cristo !

sábado, 23 de outubro de 2010

Apologética

Introdução

1. Definições:

Apologética é a ciência ou a disciplina racional que se ocupa da de-fesa da fé religiosa, cristã ou não cristã. A palavra apologética vem do ter-mo grego apologia (defesa), isto é, uma resposta ao ataque. Aqueles que, ao longo da história, escreveram obras com o intuito de defender a fé e a Igreja Cristã contra os ataques lançados pelo judaísmo, pelo paganismo, pelo estado, e também pela filosofia de várias escolas, são denominados apologistas (ou apologetas).

2. Principais Apologistas (Históricos e Contemporâneos)

a) Apóstolo Pedro

b) Apóstolo Paulo

c) Aristides - defendeu o cristiansmo contra o paganismo. Era de A-tenas e escreveu sua apologia ao imperador Antônio, em 147 d.C. Os cris-tãos, conhecidos na época com a "terceira raça", foram chamados por Aris-tides como raça superior e digna de tratamento humanitário. A obra (da qual restou somente uma tradução siríaca, e uma reprodução livre, no gre-go, no romance medieval de Barlaã e Joasafe), ataca as formas de adoração entre os caldeus, os gregos, os egípcios e os judeus, exaltando o cristianis-mo acima destas formas.

d) Justino Mártir - defendeu o cristianismo da filosofia grega. En-dereçou sua apologia a Adriano e a Marco Aurélio, alegando que a filosofia grega, apesar de útil, era incompleta, e que este produto não terminado (a filosofia) é aperfeiçoado e suplantado em Cristo. Para ele, o cristianismo era a verdadeira filosofia. A filosofia grega era encarada da mesma forma que a lei judaica - precursora de algo superior.

2.1 Outros históricos: Aristo ; Atenágoras; Taciano; Teófilo de An-tioquia; Minúcio Félix; Irineu e Hipólito; Arnóbio ; Lactâncio e Eusébio de Cesaréia; Pais Alexandrinos (Clemente, Orígenes, etc.); Agostinho; Tomás de Aquino.

2.2 Outros contemporâneos: Joseph Butler; Karl Barth; Rudolp Bultmann; Josh McDowell.

3. Alguns temas da Apologética são: Podemos provar que Deus e-xiste ? Há alguma relação entre fé e filosofia ? Há alguma relação entre fé e ciência ? A Bíblia é digna de credibilidade ? Jesus Cristo - Um Homem ? Jesus Cristo - O Filho de Deus ? Jesus Cristo - O Messias Prometido ? A Ressurreição de Jesus Cristo - Fraude ou História ? O Evangelho Segundo Allan Kardec é realmente Evangelho? O mormonismo é cristão? O catoli-cismo é cristão? Por que a reencarnação é uma farsa? Anjo Moroni: história ou invencionice humana? Por que a doutrina da transubistanciação é falha?

O presente trabalho atendo ao pedido do Pr Expedito Nogueira Mari-nho se apegará a um tema convencionado pela ortodoxia: O verdadeiro Cristianismo. Irei abordar enfoque temático: A missa versus a ceia do Se-nhor. Antes porém, farei uma introdução analítica.

ORDENS RELIGIOSAS x DENOMINAÇÕES

De modo geral, no Brasil há duas igrejas em evidência, a Católica Romana (religião “oficial” do país) e as demais. Enquanto o Catolicismo estrutura-se em "Ordens religiosas" sob um chefe visível – o Papa, as de-mais igrejas cristãs apresentam-se em "Denominações" todas com uma só base – a Bíblia.

As distâncias entre as Ordens Católicas assemelham-se às distâncias entre as denominações evangélicas e com algumas exceções. Nota-se ainda que Católicos e Evangélicos crêem na Santíssima Trindade, Deus o Pai, o Filho e o Espirito Santo; compartilham da doutrina de que Cristo é o Salva-dor pela sua morte substitutiva; ambas as igrejas ensinam a existência de céu e inferno e aceitam a mesma Bíblia como a Palavra de Deus .

MAS SE HÁ TANTA IDENTIDADE, PORQUÊ CAMINHAM SEPARADAS?

Nos primeiros séculos houve uma única comunidade Cristã, Jesus havia dito: " Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome ... Eis que estarei convosco até a consumação dos séculos!" (Mat. 18:20 e 28:20).

O Cristianismo teve continuidade com bispos, pastores, presbíteros e evangelistas; foram homens veneráveis como Policarpo, discípulo do apóstolo João, Inácio, Papias, Justino, Irineo, Origenes, João Crisóstomo e tantos outros. Entre eles não havia maiores, embora o bispo Calixto tenha sido acusado por Tertuliano, advogado cristão de querer ser o " O bispo dos bis-pos "(ano 208).

A igreja cristã recebeu o nome de Católica no Concilio de Constantinopla, presidido pelo imperador Romano Teodósio com o decreto "Cunc-tos Populos" no ano de 381. – Apostólica ela não é; Também não sabemos como ela pode ser Universal e Romana ao mesmo tempo. (ver Rivaux, História Eclesiástica, tomo I - Pág. 347).

Ainda não havia "Papa", mas, nos fins do século IV as igrejas viram-se dominadas por cinco "patriarcas", que foram os bispos de Antioquia, Jerusalém, Constantinopla, Alexandria, e Roma sobre a liderança do Cristi-anismo, mas o concilio de Calcedônia, no ano de 451, interveio conceden-do igualdade com o bispo de Constantinopla com o de Roma.

O Papado como conhecemos, desenvolveu-se gradativamente, sustentado a princípio pelo Império Romano; não teve data de nascimento, não foi instituído por Cristo nem pelas igrejas, é intruso no Cristianismo e não se enquadra na Bíblia – conseguiu com sutileza manter-se na posição que ocupa. É identificado na Bíblia como " Ponta Pequena " (Daniel 7:8).

QUANDO COMEÇARAM OS ERROS

Sendo a Religião Cristã fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, foi durante uns dois séculos propagada sem modificações nem acréscimos. Po-rém, aproximadamente do ano 200 A.D. para cá, começam a surgir novas doutrinas, falsificando de toda sorte, cerimônias estranhas aos ensinamen-tos de Cristo, as quais foram discutidas em Concílios e aprovadas por ho-mens, nascendo daí a Igreja Católica romana que assim se desviou da Dou-trina Verdadeira, isto é, separou-se da comunhão principal; separou-se do verdadeiro Cristianismo.

Catolicismo é na verdade uma seita desmembrada do Cristianismo, apesar de ser considerada como parte integrante dessa Religião, juntamente com os Protestantes e Ortodoxos-gregos. Assim sendo, não erramos ao a-firmar que a Igreja Católica não é realmente uma Religião, mas é na verda-de uma seita desmembrada do Cristianismo.

Convém deixar bem claro, que estamos analisando agora a palavra SEITA no seu sentido etimológico para entender melhor o seu significado. SEITA vem do latim “SECTA” que significa separar-se da comunhão prin-cipal. A palavra SEITA tem também uma outra equivalente que é HERESIA, cujo significado é “Doutrina oposta aos ensinamentos divinos e que tende a promover facções”. Isto é, “divisão” ou “desvio doutrinário”, que foi realmente a base do Catolicismo. Logo, a causa da fundação da Igreja Católica foi um desvio doutrinário.

A AFIRMATIVA DOS CATÓLICOS DE QUE OS EVANGÉLICOS SÃO HEREGES

Se analisarmos corretamente as palavras SEITA e HERESIA, exa-minarmos a BÍBLIA e verificarmos os fatos históricos com atenção, (daí a necessidade de estudarmos a História da Igreja), veremos que na verdade os Protestantes, ou Evangélicos, não criaram novas Doutrinas, falsificações ou cerimônias estranhas aos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, ou seja, doutrinas que não estão na Bíblia. E assim, qualquer pessoa em sã consci-ência, sincera diante dos homens e de Deus, pode concluir que os Protes-tantes, ou Evangélicos, que têm a Bíblia como REAL e INTEGRAL “Ponto de Referência” para sua fé, são os verdadeiros cristãos. Isto é, sem nenhu-ma Doutrina nova, seguindo e ensinando a Religião do Senhor Jesus, sem nenhuma modificação nem acréscimo, exatamente como se encontra na Bíblia que é uma só.

“Cristão” significa seguidor, ou discípulo do Senhor Jesus Cristo, que faz o que Ele manda, Jo. 15. 14; 2. 5. Este nome nasceu em Antioquia, pelo ano 43 A.D. e foi dado aos discípulos de Cristo pelos seus inimigos em sinal de desprezo, At. 11. 26.

Doutrinas falsas e Antí-Bíblicas foram as causadoras da Igreja Católica. Irei me deter apenas em uma obedecendo a determinação do enuncia-do do presente trabalho exigido pelo mestre Expedito.

A MISSA

A "MISSA" substituiu o Culto Cristão no ano 394, e tornou-se sa-cramento a partir do ano 604, com S. Gregório. – A CEIA DO SENHOR, que era simples como se vê no quadro da "Última Ceia" de Leonardo da Vinci, foi celebrada dessa forma por doze séculos, mas no ano de 1200 a Igreja Católica substituiu o pão pela hóstia.

A Ceia Cristã sofreu nova agressão quando do Concílio de Roma, anos 1215-16, isolou as palavras figuradas de Cristo "Isto é meu corpo e isto é meu sangue", fizeram uma péssima exegêse criando o dogma da Transubstanciação.

No ano 1414, o papa João XXIII, retirou o vinho da cerimônia e as Igrejas passaram a servir aos fiéis somente a hóstia. – O Catolicismo diz que esse papa foi "antipapa" mas acolhem essa sua decisão até hoje.

O CONCÍLIO DE TRENTO, ano 1551, deu o golpe final contra a Ceia do Senhor, definindo e aprovando o dogma da Transubstanciação! – A partir desse Concílio, qualquer sacerdote católico, com um passe, transforma o trigo, vinho e água em carne, ossos, sangue, nervos e cabelos de Cristo, tudo dentro de uma hóstia!

A palavra "eucaristia" significa ação de graças, até hoje os teólogos católicos desentendem entre si sobre a aplicação desse termo no "santíssi-mo sacramento"(Ver a Missa, pág. 14, do ex-padre Dr. Aníbal Reis).

O papa Pio IX gloriava-se com o dogma exclamando: "Não somos simples mortais, somos superiores à Maria, ela deu a luz só a um Cristo, mas nós podemos fazer quantos cristos quisermos!"(Gazzeta da Alemanha nr. 21, 1870)

Até o século XII, nenhum cristão aceitava que a farinha se transfor-masse em Cristo, até que surgiu um papa autoritário e truculento que san-cionou o dogma! Esse papa foi Inocêncio III, anos 1198-1216. O perfil desse papa:

• Dizia que "O céu e a terra se submetem ao vigário de Cristo."

• Condenou a "Carta Magna" e ordenou o massacre no ano 1208 dos Albigênses na França. – Organizou duas cruzadas guerreiras.

• Instituiu o confessionário e introduziu a hóstia nas igrejas.

• Proibiu a leitura da Bíblia.

• Decretou a Inquisição, efetivada pelo para Gregório IX, milhares morreram.

• Sancionou a Transubstanciação por decreto, uma temeridade!

A igreja resistiu ao dogma por 335 anos, mas foi vencida. Alguns de-cidiram por milhões e a inverdade prevaleceu.

A igreja exige respeito pelo dogma, pedem que não mastiguem a hóstia e o Missal Romano, pág. 58, prescreve que "Se um padre sentir-se mal durante a celebração da missa e vomitar a hóstia, deve engolir o que pôs para fora.

Quando a transubstanciação foi introduzida nas Igrejas Católicas houve discussões escolásticas! O professor Alexandre Halles ensinava que "Se um morcego engolir uma hóstia terá engolido o próprio Cristo!"- O bispo Boaventura achou repugnante, mas S. Tomaz deu razão para Alexan-dre. (Roma, a Igreja e o Anticristo, pág 280).

No Canadá, o jovem padre Daule descuidou de umas hóstias, horro-rizado viu ratos devorando-as! – Correu em direção ao bispo exclamando: "Os ratos comeram nosso bom Deus!"(citado pelo padre CHINIQUI, sua biografia, pág. 334).

Ex-padre e Dr. Hipólito de Oliveira Campos, quando exercia o sa-cerdócio em Cuiabá, esqueceu hóstias que emboloraram criando larvas! – Resta perguntar, que tipo de cristo possui o Catolicismo Romano?

Rubano Mauro, anos 788-857, Abade de Fulda, depois Arcebispo de Mo-guncia, considerava "Heresia grave supor que na eucaristia estava presen-te a carne nascida de Maria."(Epístola ad Heribaldum).

Santo Agostinho, bispo de Hipona, anos 354-430, gracejava jocosa-mente da transubstanciação, cuja idéia já existia no seu tempo. – Pregando nas Igrejas dizia: "Por que preparas os dentes e o estômago? Confiar em Cristo é comer o Pão da Vida, não se pode engolir Aquele que subiu vivo para o céu!" (Ver tratado sobre João nr. VXV e Sermões nr. 131, nr.1).

A "La Grande Enciclopedie Française" comentando a eucaristia es-creveu que "Os teólogos católicos imaginaram os povos mais feiticistas e os cultos mais idólatras! – Tomam a farinha cozida e o vinho e dizem: Eis nosso Deus, comei-o!" Proibidos de raciocinar, os clérigos esqueceram de ler Santo Agostinho e a ignorância tornou-se moléstia geral!

A CEIA DO SENHOR E A MISSA

Nosso Senhor usava parábolas e metáforas dizendo: "Quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; Eu Sou o pão que desceu do céu; minha carne é verdadeiramente comida e meu sangue bebida.", etc.

• Os discípulos perguntaram-lhe: "Por que falas por parábolas?" – No contexto Jesus explicou: "As palavras que Eu vos digo são espírito e vida!"(João 6:63)

• Com esses esclarecimentos do Mestre não é difícil entender que o pão e o vinho na Ceia do Senhor APENAS RECORDAM o corpo e o sangue dele, mas não há "Presença real" como quer a Igreja Católica Romana.

Foi tomando essas palavras ao pé da letra e tropeçando em metáforas que o Catolicismo transformou a simples hóstia em coisa complicada!

• papa Gelásio I, ano 492-6, ensinava que "A natureza dos elementos da Ceia não deixavam de existir depois da benção".

• papa Gelásio II, anos 1118-19, não aceitava a transubstanciação di-zendo: "Na eucaristia a natureza do pão e do vinho não cessam de existir e ordenava as igrejas que servissem aos fiéis o vinho e não somente o pão."

• papa romano S. Clemente pensava igual, expressou-se assim: "O pão e o vinho na Ceia são símbolos. Não se transformam em coisa algu-ma!

• Albertinus cita Pio II como discordante também.

Como também não é possível acarear os papas, os católicos deveriam estudar o espírito das palavras de Cristo quando se referiu à Ceia (Fontes de referência: Da Duabos in Cristo adv. Eutychem et Nestorium, São TOMAZ Sum Theo., Vol. 7, pág.134, e, Clemente Livro VII, cáp. V, pág.23)

• Albertinus cita ainda quatro Cardiais de então: Bonaventura, Alícuo, Cujan e Cajetano, dois Arcebispos, cino Bispos e 19 doutores da i-greja que interpretavam o Evangelho de João, cáp. 6:53-63, no senti-do espiritual e simbólico.

• S. Cirilo de Jerusalém e S. Gregório de Nissa fizeram referências à "união mística" na eucaristia, mas nada falaram sobre "presença re-al" (Sacra Coena Adv.Lanfrancum e Cath XXI, 13 respectivamente).

A doutrina da transformação dos elementos na Eucaristia, apresenta sérios problemas para o raciocínio! Se Cristo disse para celebrar a Ceia "A-té que Eu venha" não pode estar presente! – Se vem não está!

• Ele foi o primeiro a servir-se da Ceia. Teia Cristo engolido a Si mesmo?

• Concílio de Trento complicou ainda mais o assunto prescrevendo que "Se uma hóstia for partida em muitos pedaços, Cristo estará pre-sente em cada fração; se uma parte cair no altar, o lugar deverá ser lambido com a língua!"(Concílio de Trento, Seção XIII, cáp. 3, D.876)

Verifica-se que esse dogma não resiste a nenhuma análise: seu mais "perigoso adversário não são os teólogos protestantes, mas sim os cientis-tas como Einstein, Oppenhelmer e outros corifeus da ciência atômica!..."

A CELEBRAÇÃO DA MISSA é mais uma encenação do que um Culto cristão. – Veja como Marinho Cochem descreve a cerimônia na "Explica-ção da Missa", pag.40)

• O sacerdote durante uma só missa benze-se 16 vezes, volta-se para o povo outras 16 vezes; beija o altar 8 vezes, levanta os olhos 11 vezes, 10 vezes bate no peito e ajoelha-se 10 vezes e junta a mão 54 vezes!

• Faz 21 inclinações com a cabeça e 7 com os ombros, inclina-se 8 ve-zes e beija a oferta 36 vezes; põe as mãos sobre o peito 11 vezes e 8 vezes olha para o céu. Faz 11 orações em voz baixa e 13 em voz alta, descobre o cálice e o cobre de novo 5 vezes e muda de lugar 20 ve-zes!

• Talvez foi por isso que Jesus disse: "Vinde a Mim e Eu vos darei descanso!" A transubstanciação romanista é pura ilusão e não pode ser aceita por nenhuma inteligência esclarecida e alimentada pela lei-tura das Sagradas Escrituras.

CONCLUSÃO

Finalizando, posso dizer que a Transubstanciação (Hóstia, Corpo de Cristo) pode ser refutada claramente pela Palavra de Deus. Alguns textos a derrubam esse falso dogma. São eles: Jo. 6. 35-40: , 55, 56, 63; 1 Co. 11. 25-28. A missa também não tem base nenhuma nas Sagradas Escrituras, como Ritualismo sem vida espiritual, onde vão apenas para parecerem reli-giosos, como os fariseus. A maioria dos Católicos só vão à Missa para bati-zar o filho, para casamento ou para chamada missa de corpo presente quan-do morre. Muitos católicos vão à Missa domingo pela manhã e depois vão se embriagar em festas “ou nos centros de terreiro”. A Refutação Bíblica da missa é facilmente depreendida em: Rm. 1. 25; Ex. 20. 4, 5; At. 17. 29; etc.

Na verdade, A ceia do Senhor, que consiste no pão e vinho com ele-mentos, é o símbolo como exprime nossa participação na natureza divina de nosso Senhor Jesus Cristo( II Pedro 1.4) e profetiza sua segunda vinda( I Co 11.26) e isso foi ordenado a todos os Cristãos “até que Ele venha”.

Junto com o serviço da palavra, a primeira igreja da história perseve-rava na comunhão (At.2:42). Lucas explica algo mais a respeito desta co-munhão nos versos subseqüentes. Os crentes ficavam juntos indica que es-tavam juntos como família de Deus, isto é, regularmente, e tinham tudo em comum. Marshall sugere que “ não seria surpreendente... que pelo menos um outro grupo contemporâneo judaico, a seita de Cunrã, adotasse este modo de vida.”

A adoração genuína conduz-nos à lembrança de que não somos de nós mesmos. Fomos comprados por preço infinitamente alto. Conseqüen-temente, somos escravos de Deus e dos membros do Seu Corpo. Ações de graça pelo sacrifício do Filho de Deus incitam os filhos beneficiados a in-dagar como se desincumbir da obrigação imposta. Que presente digno de-vemos trazer para o altar cristão?

O pano de fundo da eucaristia cristã descobre-se na refeição da Pás-coa. Esta celebração consistia de duas partes : primeira, “enquanto comi-am”, e segunda, “depois de cear” (I Cor.11:24). O que Jesus insistiu origi-nalmente era repetido como duas partes de uma refeição maior - ágape ou “ festa de amor”, com a intenção de beneficiar os cristão mais carentes da igreja. Esta refeição, que substituiu a Páscoa dos judeus, era tomada diária ou semanalmente. Percebe-se pela leitura de I Cor. 11:17-22, que esta re-feição era a “ Ceia do Senhor”, que reunia todos os membros da família de Deus. além de relembrar a morte de Jesus e a inauguração da Nova aliança, a Ceia confirmava, de maneira inconfundível, que todos os participantes tinham uma vida em comum. Ricos e pobres, livres e escravos, todos se comprometiam diante de Deus a ter e manter uma responsabilidade mútua, uns pêlos outros.

O caráter dessa refeição não se evidencia somente numa dramatiza-ção do sacrifício único do Filho de Deus pêlos nossos pecados, mas era também uma demonstração da adoração que tem implicações horizontais. Daí, o veemente protesto de Paulo, em Corinto, diante da negação na práti-ca da comunhão que a ceia devia demonstrar. “... não é a ceia do Senhor que comeis. Porque ao comerdes, cada um toma antecipadamente a sua própria ceia” (I Cor. 11:20). Agindo assim, profanavam o Corpo de Cristo formado pela morte e ressurreição. Comiam e bebiam juízo para si.

Os cristãos que comem juntos no culto são integrados num corpo comparável ao corpo humano. Uma vida ou personalidade ocupa a unidade física humana, de tal forma que nenhuma parte pode se desligar sem prejuí-zo para as outras, nem podem desprezar uma à outra, nem devem ter inveja.

BIBLIOGRAFIA

ANDRADE, Anísio Renato. Apostila “O Culto Cristão”, SEBEGE – Se-
minário Batista do Estado de Minas Gerais

BRITO, Robson. Apostila Catolicismo

MARTINS, ex-padre Gióia. Ceia e Missa.

CHINIQUI, ex-padre Texto: Cinqüenta Anos na Igreja Católica.

Noticiários de periódicos e textos da Bíblia Sagrada.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

14 características do Espírito de Jezabel

Eis aqui algumas características que acompanham a operação desse espírito demoníaco.

Lembre-se que as pessoas fortemente influenciadas pelo espírito de Jezabel apresentarão muitas delas, num momento ou outro, embora não necessariamente na ordem descrita. Uma característica isolada não indica que alguém tenha o espírito de Jezabel. Pode significar apenas que a pessoa é emocional e espiritualmente imatura. No entanto, sempre que houver uma combinação de várias dentre as 14 características relacionadas, isso será uma forte evidencia de que o indivíduo esteja debaixo de influência maligna.

Lembremos também que uma característica pode ser bem visível enquanto outra pode estar oculta, mas mesmo assim mostrar-se bem acentuada.
Uma manifestação prolongada de qualquer uma dessas características exige uma avaliação mais atenta do indivíduo e da situação.

1- Embora a princípio seja difícil perceber, o indivíduo sente-se profundamente ameaçado pelos profetas, os quais são seu principal alvo.
Embora ele pareça ter o dom de profecia, seu alvo na verdade é controlar aqueles que se movem na esfera profética.

2- Para aumentar seu favor, o indivíduo muitas vezes se aproxima do pastor e dos líderes locais e depois busca encontrar o elo mais fraco afim de dominá-lo. Seu objetivo final é governar toda igreja.

3- Em busca de reconhecimento do pastor e dos membros, o indivíduo forma associações estratégicas com pessoas que são reconhecidas como espirituais e têm influência na igreja.

4- Para parecer espiritual, o indivíduo busca reconhecimento manipulando as coisas e buscando tirar vantagem. Muitas vezes, compartilha sonhos e visões provenientes de sua própria imaginação ou que ouviu de outros.

5- Quando o indivíduo recebe um reconhecimento inicial, geralmente responde com falsa humildade. No entanto, tal atitude não dura muito.

6- Quando é confrontado, o indivíduo se coloca na defensiva. Ele justifica suas ações com frases do tipo "Estou obedecendo a Deus" ou "Deus me disse para fazer isso".

7- Muitas vezes, o indivíduo alega ter grandes revelações espirituais sobre o governo da igreja, mas não busca autoridades legítimas. Em geral, primeiro compartilha suas opiniões com outras pessoas. Sua opinião pessoal muitas vezes se torna a "última palavra" sobre várias questões, fazendo com que se sinta superior ao pastor. No entanto, mesmo que sua revelação seja proveniente de Deus, ele prefere sair falando em vez de orar.

8- Com motivos impuros, o indivíduo busca se aproximar de outros. Parece desejar fazer "discípulos" e precisa de constante afirmação de seus seguidores.

9- Esse indivíduo prefere orar pelas pessoas em particular (em outra sala ou num canto isolado), para não ter de prestar contas a ninguém.
Assim, suas revelações e falsas "profecias" não podem ser questionadas.

10- Ansioso para conseguir o controle, ele reúne as pessoas e procura ensiná-las. Embora, a princípio, o ensino possa ser correto, ele apresenta "doutrinas" que não possuem fundamentos na palavra de Deus.

11- Enganando os outros com profecias carnais e falando aquilo que as pessoas gostam de ouvir, ele busca acima de tudo conseguir credibilidade. Profetiza meias verdades ou fatos pouco conhecidos, como se fossem revelações divinas, torcendo seus pronunciamentos anteriores e fazendo parecer que se cumpriram na íntegra.

12- Embora a imposição de mãos seja um princípio bíblico, esse indivíduo gosta de compartilhar um nível "mais elevado" no espírito e derrubar as paredes que prendem as pessoas, por meio da imposição de mãos.
No entanto, seu toque transmite maldição. Em vez de uma benção santa, o que ele transmite mediante seu toque é um espírito maligno.

13- Mascarando uma auto-estima deficiente com orgulho espiritual, ele deseja ser visto como a pessoa mais espiritual da igreja. Pode ser o primeiro a chorar, clamar, etc, afirmando estar recebendo uma carga de Deus. No entanto, não é diferente dos fariseus que queriam que suas boas ações fossem vistas e suas virtudes reconhecidas pelos homens.

14- Lamentavelmente a vida familiar desse indivíduo é turbulenta. Ele pode ser solteiro ou casado. Quando é casado, seu cônjuge geralmente é espiritualmente fraco, não convertido ou miserável. Esse indivíduo tem tendência de dominar todos os membros de sua casa.

Do livro "Desmascarando o espírito de JEZABEL" de John Paul Jackson

domingo, 10 de outubro de 2010

Estatuto e Regimento Interno da Igreja

O Estatuto é o documento formal da Igreja e por isso parece-nos um tanto basilar falar deste assunto, mas ainda hoje, Igrejas tem tido inúmeros problemas legais devido a falta deste documento ou por ele não corresponder à realidade, não refletindo a real essência da instituição, sua forma de manifestação e atuação, seus princípios e sua ‘confissão de fé'.

Para um maior esclarecimento sobre este tema é que entrevistamos Dr. Odilon Marques Pereira, graduado em Teologia e Direito, especialista em Direito e Processo Civil e Direito Tributário pelo IBET. Dr. Odilon é advogado em Londrina/PR, onde é Presbítero da Igreja Presbiteriana Independente. Autor do livro "O Novo Código Civil e a as Igrejas - Impacto e Implicações.

O que é um Estatuto, qual a sua finalidade e quais os benefícios em tê-lo?

Odilon - Estatuto é o documento formal que devidamente registrado determina o começo da existência legal das organizações religiosas e instituições em geral, possibilitando às igrejas a proteção constitucional da liberdade de crença e culto e, de igual forma às instituições filantrópicas, que usufruam da imunidade tributária. Através do Estatuto a natureza jurídica das instituições é revelada, mormente se organização religiosa, filantrópica ou empresarial, retratando a forma de governo e organização.

Há vários modelos de Estatutos, principalmente na internet, quais os cuidados que o pastor e sua liderança devem ter na seleção de um destes modelos para a sua Igreja?

Odilon - Exatamente por expressar forma de governo e organização das instituições que os Estatutos devem ser lapidados considerando as particularidades, o governo (representativo, congregacional, episcopal, etc.) e a respectiva confissão de fé das igrejas; a simples utilização de um modelo ‘pronto' de Estatuto pode acarretar grave incongruência entre este documento de constituição formal da instituição e a realidade fática evidenciada, podendo redundar em situações de irregularidade e/ou nulidade dos atos de administração e governo por inobservância das formas.

Quais os itens que devem constar no Estatuto? Há algum item que não pode faltar?

Odilon - A lei civil determina que os Estatutos e respectivo registro informem a denominação, os fins, a sede, o tempo de duração; o nome e a individualização dos fundadores ou instituidores, e dos diretores; o modo por que se administra e representa, ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente; se o ato constitutivo é reformável no tocante à administração, e de que modo; se os membros respondem, ou não, subsidiariamente, pelas obrigações sociais; e as condições de extinção da instituição e o destino do seu patrimônio, nesse caso. Importante observação, quanto às organizações religiosas, é para que não deixem de inserir no Estatuto sua respectiva confissão de fé, para que sempre possam comprovar que seus posicionamentos e/ou considerações não se direcionam a este ou aquele caso específico (ex. discriminação), mas decorrem de seus documentos de fé, no que restam abrigados pela garantia constitucional de crença e culto.

O que é um regimento interno e qual a sua finalidade?

Odilon - Regimento interno, como o próprio nome aponta, é um documento válido ‘da porta para dentro'; sua finalidade precípua é a organização interna e a rotina diária da instituição na busca do cumprimento de suas finalidades, especificando seu organograma, a competência dos administradores e prepostos, bem como dividindo funções e tarefas.

Quais os itens que devem constar nele?

Odilon - A lei não determina estrutura mínima do Regimento Interno e não estabelece quais os itens que devam obrigatoriamente contemplar; assim, seu teor deverá suprir as necessidades de organização e gestão das respectivas instituições, devendo ser sucinto, objetivo e de fácil compreensão.

O Estatuto e o Regimento interno podem ser alterados? Quando isso deve ser feito e como?

Odilon - O Estatuto e o Regimento Interno podem e devem ser alterados sempre que não atendam ou não correspondam aos anseios e à realidade fática da instituição; exatamente por serem documentos de organização e existência legal das instituições, devem ser constantemente adequados para que reflitam a real essência da instituição e sua forma de manifestação e atuação. A competência para alteração do Estatuto é sempre da Assembléia Geral em reunião específica e com quórum diferenciado; já o Regimento Interno poderá ser alterado pela Assembléia Geral ou pela diretoria da instituição, conforme dispuser o Estatuto; ressalva-se, todavia, que por deliberação dos fundadores ou da própria Assembléia Geral o Estatuto pode conter cláusulas que não sejam passíveis de alteração, exatamente para manter princípios inegociáveis ou que caracterizam a razão premente da instituição ou igreja.

Quais os conselhos para pastores e líderes quanto aos estatutos e regimentos de suas igrejas?

Odilon - Enquanto nossa Constituição Federal garantir liberdade de crença e culto, o documento que possibilita a comprovação dos preceitos de fé e o exercício dessa liberdade religiosa, evitando qualquer ingerência e/ou exigência do Estado ou de terceiros, é o Estatuto das igrejas / organizações religiosas que, integrando suas finalidades, deve expressar de forma clara seus princípios e sua ‘confissão de fé'; portanto, o Estatuto não deve ser omisso quanto aos preceitos de fé e princípios defendidos pela instituição, sendo que aqueles que não os apontam com clareza devem ser reformados para que insiram em seu texto ou apontem o documento que contém as questões defendidas de ‘crença e culto'.

Fonte:  INSTITUTO JETRO



Site: www.institutojetro.com

Título do artigo: Estatuto e Regimento Interno da Igreja

Autor: Odilon Pereira
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